Laura levou um tempo para me obedecer, mas, ficou em pé, e se despiu diante de mim, revelando seu corpo lindo e provocante, e depois caminhou em direção ao banheiro.
Comecei a me despir e a segui, ela já estava se molhando no chuveiro enquanto a banheira enchia.
Seus olhos estavam fechados enquanto a água escorria pelo corpo dela, e isso fez o meu corpo reagir imediatamente.
Me aproximei dela e a minha presença fez ela abrir os olhos, eu já estava perto demais para ela fugir.
A segurei pela cintura e beijei, foi algo que senti falta, mas, ela estava receptiva demais para alguém que não queria nem um banho comigo.
Mesmo sem entender o motivo de tanta facilidade, me deixei levar, pois pensei que seria mais fácil dar para ela a notícia de que me casaria no dia seguinte.
Ela parou de me beijar, desligou o chuveiro e se ajoelhou diante de mim, segurou o meu pau duro e começou a me chupar.
Sua língua quente e sua habilidade indiscutível, me fez esparramar a mão na parede e grunhir.
Senti meu pau atravessar a garganta dela, e foi impossível me segurar por mais tempo, e ela percebeu isso, aumentando os movimentos com a língua e os lábios, me fazendo gozar em segundos.
Ela engoliu cada gota do meu gozo, enquanto me olhava de baixo para cima, mas...
Fui obrigado a fechar os olhos quando a imagem de Júlia apareceu para mim, como um lembrete de que enquanto eu não tirasse a virgindade dela, eu continuaria refém dos meus desejos.
— Levante-se, se limpe e saia, vou continuar o banho sozinho.
— O quê?
Ela se levantou, mas havia uma interrogação enorme no olhar dela.
— Eu só queria lembrá-la de quem manda aqui, agora que você já fez parte do serviço, já pode se retirar.
— Eu não sou uma meretriz para você me tratar assim, Al Rashid.
— Eu sei que não é, Laura. Mas, enquanto você não me obedecer como seu marido, vou tratá-la como uma.
— Você ainda vai se arrepender tanto por isso.
Ela disse, antes de se molhar, limpar o rosto e a boca e sair.
Após isso, entrei na banheira e me permiti relaxar um pouco, antes de finalmente poder ir ao encontro da Júlia e falar para ela que decidi aceitar os termos dela, e que iríamos nos casar no dia seguinte.
Tudo o que eu estava fazendo, parecia uma atitude desesperada, mas, eu sentia no fundo da minha alma, que Júlia poderia ser a mulher da minha vida e que três anos era tempo de sobra para ela se apaixonar por mim e decidir não ir embora após o final do prazo.
Eu sabia que para que isso acontecesse, eu teria que mudar todo o meu comportamento com Júlia e tratá-la como alguém que merece ser amada de verdade.
Depois do banho, e de colocar todas as minhas ideias em ordem, me arrumei e liguei para o meu advogado antes de ir ao encontro de Júlia.
— E então? Está tudo certo?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: UMA VIRGEM PARA O SHEIK