O silêncio entre nós era espesso, quase palpável, como se o ar tivesse se transformado em uma parede invisível me separando do mundo que eu conhecia até algumas horas atrás.
Eu sentia o som acelerado do meu coração batendo contra as costelas, e a cada passo que ele dava em minha direção, parecia que meu corpo inteiro era atingido por ondas quentes que me impediam de pensar com clareza.
Ele avançou lentamente, com a postura de quem já sabe exatamente o efeito que provoca. Os pés deslizavam sobre o mármore sem fazer barulho agora, como se ele fosse uma sombra viva se aproximando da presa.
Eu não recuei, não porque fosse corajosa, mas porque minhas pernas simplesmente não responderam.
Quando ficou próximo o suficiente para que eu sentisse seu hálito quente contra a minha pele, ele inclinou a cabeça de leve, me observando como quem avalia uma joia rara. Seus olhos âmbar tinham um brilho perigoso, dominador, e ao mesmo tempo… curioso. Como se ele estivesse saboreando cada segundo antes de tocar o que era dele, ao menos, naquele contrato silencioso.
— Ajoelhe-se.
Eu tremi dos pés a cabeça, pois eu já sabia exatamente o que ele queria.
Eu não tinha nenhuma outra opção além de obedecer, então me ajoelhei, ficando de cara com a cueca dele prestes a explodir.
— Está com medo?
Perguntou, com a voz grave e rouca, que ecoou na suíte.
Eu não consegui responder. Apenas engoli em seco, sentindo minha garganta arder com a intensidade do momento.
Ele soltou uma risada debochada, era em um tom que não prometia conforto, mas sim controle. Uma risada que avisava, sem precisar de palavras, que ele iria me desmontar aos poucos.
Ele tirou o membro pra fora da cueca, e eu nunca imaginei que fosse achar um pênis tão lindo. Era grande, grosso e tinha a cabeça era rosada.
Eu não tinha a mínima ideia de como aquilo tudo iria caber na minha boca.
— Abra a boca.
Engoli a saliva antes de começar.
E coloquei os lábios levemente na cabeça e deslizei, assim como fiz com os dedos dele.
Ele soltou um pequeno grunhido, e por alguma razão, senti minha vagina esquentar.
Aquela era a primeira vez que eu colocava o pênis de um homem na boca. Me senti uma pervertida, chupando ele, como se fosse a primeira maravilha do mundo.
Ele segurou o meu cabelo e empurrou mais fundo, senti ele na minha garganta e engasguei.
Ele grunhiu ainda mais, e a cada vez que eu o ouvia, mais intensamente eu chupava.
Ele tirou o pênis da minha boca e me puxou pra cima pelos cabelos.

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