Amélie Petit
Não podia negar mais o quanto o desejava, o sentimento de tesão só tem aumentado dia após dia depois da primeira noite, naquela madrugada já sentia o desejo de chupá-lo, mas fiquei com medo que ele retirasse a máscara e acabasse me vendo. Seria perigoso se o Walker soubesse que o assistente da sua tia estava ali dançando e na cabeça dele acreditavasse que estava me prostituindo.
Mas agora não quero pensar nos e se…
Quero me render nas sensações que estou sentindo, na eletricidade que percorre meu corpo a cada toque que ele me deu, apenas hoje, deixando que meu desejo seja o barqueiro nesse rio que estamos navegando, sei que posso sair desse acordo completamente machucado e apaixonado pelo homem que estava com o pensamento sobre a minha tatuagem da cinderela.
Tenho certeza que se ele desconfiasse que era a dançarina ele já teria dito alguma coisa, teria revelado que havia encontrado uma mulher que o deixou na vontade durante a madrugada.
Sinto suas mãos passando pela linha da minha coluna e acabo arrebitando a minha bunda em direção à ereção que desejava que entrasse em mim novamente. O toque dele entre os fios de cabelo me faz sentir a pressão e seu puxão me puxa para o seu peito.
Sua mão livre encontra o meu clítoris, ofego quando sinto a pressão que ele causa, retardando um orgasmo que começava a se formar nas paredes da minha vagina, fecho os olhos e inclino o pescoço para sentir seus beijos e carinhos, estou tão excitada que lágrimas de prazer começa a se formar nos meus olhos, rebolo meu quadril arrastando naquele pau que adorei ter na minha boca.
Tom me põe em pé novamente de frente para ele e segura meu rosto com muito carinho entre as suas mãos, encosta a nossa testa e vejo um brilho em seu olhar que faz meu coração se decepcionar, seguro em seus pulsos e olho com carinho para os olhos que me sondavam.
— Quero fazer amor com você Amélie, me deixe ser seu homem. — Seu pedido me pega desprevenida.
Tenho certeza que estou de boca aberta tentando assimilar o que ele acabou de me falar, e mesmo antes que falasse algo, ele inicia um longo beijo, deixei que a sua língua explore toda a minha boca, me rendo ao seu cuidado e passo os braços por seu ombro, nossos gemidos se tornam cada vez mais silenciosos.
Tom me conduz novamente para a cama, sinto meu corpo sendo praticamente abraçado pelas cobertas que estavam ali, observando enquanto ele se encaixa entre as minhas pernas, mantenho minhas mãos em meus seios segurando o peso pelo tesão que estava sentindo.
Fecho os olhos quando começo a sentir a invasão dele na minha musculatura que provavelmente deve estar em chamas por retardar o estímulo que desejava, não apenas por hoje, mas desde a semana passada.
— Me olhe francesa! — Sua voz, sai pesada com o tesão.
Forço meus olhos a se abrir para obedecer ao homem que estava me dando prazer, saindo e entrando da minha boceta que estava a ponto de gozar, respiro fundo e fixo meus olhos no dele.
— Boa menina, agora me diga… — Ele entra de uma vez, causando uma onda de prazer que causa o meu orgasmo. — Diga que é minha!
Mantenho meus olhos nos seus e a necessidade que os homens têm em saber que somos apenas dele chegar até ser simpático, faz com que minha baixa autoestima de uma inflada no meu ego. Como se eu realmente fosse tão importante assim para ele.
— Apenas sua… — Gemo baixinho sentindo um novo orgasmo se formando no meu ventre.
O som do quarto era apenas do nosso sexo, horas brutas e por muitas horas com ternuras e alguns juras de companheirismo e que ele pertencerá apenas a mim.
Abraço seu pescoço e puxo para que ele volte a me beijar, nosso beijo cheio de ternura, sinto-o intensificando seus movimentos, entrelaço minhas pernas em seu quadril e deixei que ele me preencha com o seu orgasmo. Tom inclina a cabeça para trás e deixa alguns palavrões saírem enquanto o seu pau pulsa dentro de mim explodindo em seu orgasmo.
Um sorriso satisfeito surge em meu rosto quando finalmente ele se deita sobre o meu corpo e beija o meu ombro onde ele descansava. Não demora muito para recuperarmos o fôlego e estar com ele deitado na minha costa fazendo um carinho no meu abdome como se desenhasse círculos ali.
— Agora me diga chérie, o que está pensando sobre o contrato? — Ouço a sua pergunta e decidiu contar a verdade.
— Tenho medo que me apaixone e no dos cinco anos seja descartada ou pior ainda, seja a famosa esposa que aguenta a infidelidade do marido. — Digo e ouço sua objeção, próximo ao meu ouvido.
— Não trairei você chérie, que tal começar a pensar que podemos tentar um relacionamento, por hora esquecer esse contrato. — Ele me diz e fico sem entender os seus motivos.
Me viro de frente para ele e arrumo a cobertura que agora estava nos cobrindo.
— Não pode ter certeza sobre isso, Tom, prefiro manter os dois pés no chão do que me iludir que conquistou o homem mais galinha que os tabloides adoram noticiar. — Digo segurando uma risada.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Procura-se Uma Noiva
Alguém tem o livro completo ?...
Boa tarde... O resto da história, estava a adorar e do nada acabou......