Entrar Via

Casamento de Mentira, Amor de Verdade romance Capítulo 457

— Cunhada, que jeito de falar. Não está feliz em me ver? E eu que vim de tão longe, da Cidade Capital, só para te visitar. Assim você parte meu coração.

Caio Gomes mantinha uma atitude displicente.

Ele desfez as pernas cruzadas, pegou um maço de cigarros, acendeu um e, após uma tragada, soltou uma densa nuvem de fumaça branca.

— É proibido fumar na minha casa. Apague isso. Não fume mais. Tão jovem e já fumando? Certo, sente-se um pouco. Vou tomar um banho e trocar de roupa, depois preparo o café da manhã para você.

Caio Gomes afastou a fumaça com a mão, revelando seu rosto jovem e bonito.

Ele sorriu de canto e casualmente bateu a cinza do cigarro em uma taça de cristal que estava na mesa de centro.

Voltei para o quarto, tranquei a porta e me encostei nela, pressionando o peito para acalmar meu coração que batia descontroladamente pelo pânico.

Peguei o celular e, com medo de alertar Caio Gomes, digitei uma mensagem para Fernando Gomes: “Caio Gomes está na minha casa.”

Fernando Gomes respondeu instantaneamente, como se estivesse com o celular na mão, esperando por minha mensagem.

— Eu não disse para não deixar ninguém entrar?

Suspirei, impotente. — Quando acordei, ele já estava no sofá da sala. Eu não permiti que ele entrasse.

— Estou a caminho.

Levei o celular para o banheiro.

Como de costume, desamarrei o cinto do robe, tirei-o e coloquei no cesto de roupa suja.

Minha mão estava sobre a torneira, mas antes que eu pudesse abri-la, o celular tocou novamente.

Era Fernando Gomes.

— Já estou na estrada. Mande seus seguranças entrarem primeiro.

Só então me dei conta da situação.

Lá fora, estava sentado um Caio Gomes quase desconhecido, mas extremamente perigoso.

Não era um bom momento para tomar banho.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Casamento de Mentira, Amor de Verdade