Como Renato teria cabeça para ver mensagens de pop-up? Ele simplesmente a apagou e continuou olhando os brinquedos.
Havia bonecas inteligentes que falavam e cantavam, robôs programáveis, luxuosos kits de cozinha de brinquedo e blocos de montar e quebra-cabeças coloridos...
Renato ficou tonto com tantas opções.
Ao imaginar o sorriso de Cici recebendo os brinquedos, os cantos de sua boca se ergueram involuntariamente.
Esse parecia legal, aquele parecia bom também...
Quase sem hesitar, sempre que via algo que achava que Cici fosse gostar, adicionava ao carrinho.
Robô inteligente? Comprar! O modelo mais recente, que pudesse conversar e contar histórias.
Kit de cozinha de luxo gigante? Comprar! Com fogão de mentira, geladeira e vários acessórios de frutas e verduras.
Linha Duplo da Lego? A descrição dizia que era para crianças menores. Comprar!
Também havia livros ilustrados.
Ele pesquisou "recomendações de livros ilustrados infantis".
Mais uma tonelada de opções.
Adivinha Quanto Eu Te Amo, Uma Lagarta Muito Comilona, Meu Pai, Minha Mãe...
Esses pareciam ser clássicos.
Comprar!
Série O Ônibus Mágico? Era de ciências, parecia legal. Comprar!
Ele estava imerso na novidade e na alegria de escolher presentes para a filha.
A quantidade de itens no carrinho aumentava a uma velocidade impressionante.
Dezenas, centenas...
Ele nem pensou no preço, nem se haveria espaço para guardar tudo, e muito menos se Elisa o acharia exagerado.

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