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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 93

Capítulo 93 — Juntos ou não

Declan Reed

Levantei num pulo.

— PORRA, BLAKE, DISSE PARA NÃO TRAZÊ-LA! — eu gritei.

— Eu não trouxe, ela veio sozinha! — ele me respondeu e eu corri atrás da minha mulher.

Ela seguia pelo corredor, e eu a alcancei.

— Jenny, amor, por favor. Não é o que está pensando. — a puxei para o meu peito.

— Cala a boca, Declan, você nem sabe o que estou pensando. — ela disse chorando.

A virei pra mim, segurei seu rosto entre minhas mãos e comecei a secar as lágrimas dela com o polegar. Eu odiava vê-la chorar, e odiava mais ainda que era eu quem causava isso.

— Então me diz o que está pensando. — perguntei em súplica.

— Que você é um babaca.

— Justo. — respondi.

— E que eu te odeio por me enganar, por fazer de idiota. — as lágrimas dela vieram com força.

— Pequena, não me odeia. Eu te amo. Eu sou um idiota, e escondi onde estava, mas nunca te enganei. — Encostei minha testa na dela. — Por favor, me deixa explicar.

— Não. — ela respondeu se afastando de mim. E voltou a correr para a sala.

— Jenny! — a chamei e corri novamente, antes que ela chegasse no elevador envolvi meus braços em sua cintura e a levantei.

— Vamos conversar, amor.

— Eu não quero te ouvir, não vou deixar você me enganar de novo.

— Pequena, eu não te enganei. — eu disse quase chorando junto com ela.

— ME SOLTA! — ela gritou, ouvi passos atrás de mim e de repente um chute na minha perna.

— Solta ela, estranho, você tá machucando! — Era Taylor.

— Que merda, Taylor! — Jenny parou de se debater por um instante. E foi aí que percebi que realmente a estava machucando, tinha apertado demais.

— Reed, solta ela. — Noah falou em um tom autoritário.

Eu a abaixei, mas mantive meus braços nela.

— Desculpa, não quis te machucar. — sussurrei em seu ouvido. — Só queria que me escutasse.

— Então me solta. — ela disse entre as lágrimas.

A soltei e ela me olhou, dessa vez me olhou de verdade. Viu minhas mãos machucadas e sujas, minha roupa, depois os olhos dela foram até Taylor.

— O que… o que… — ela tentou falar. Mas não conseguiu, e nem eu, porque eu não queria ela aqui me vendo desse jeito. Eu ia contar, mas outro dia, em outro momento.

Noah parou ao meu lado, e Atlas foi para o lado de Jenny.

— Explica, Reed. — Noah exigiu. Eu olhei para ele, depois voltei a olhar para Jenny, que me olhava como se não me visse.

— Ele bateu no cara que matou o pai dele. — Taylor respondeu por mim. — Eu o ajudei a fugir, e em troca ele me tirou daquele lugar. — Ela olhou para Jenny, que agora também a olhava. — Olha, moça, eu não sei o que você pensa que tá rolando aqui. — ela fez sinal entre eu e ela. — Mas foi isso que aconteceu.

— Vocês estavam no quarto. — Jenny sussurrou.

Taylor riu balançando a cabeça.

— A gente praticamente acabou de chegar, o estranho foi para o quarto, sentamos no chão ele falou sobre te enrolar há seis anos, mas que ia te pedir em casamento em breve…

— O que? — Jenny perguntou confusa.

— Porra, Taylor!

— Desculpa, só tava tentando te ajudar, babaca.

— Tá bom, chega, vocês dois. Eu entendi bem o que está acontecendo aqui. — Noah falou. — Jen, te entendo e está no seu direito. Mas olha pra eles, estão sujos de sangue e…

— O que não é estranho se lembrarmos o que vocês curtem — Jenny o cortou como uma lâmina.

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