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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 92

Capítulo 92 — Dura pouco

Declan Reed

A noite parecia perfeita, minha pequena estava nos meus braços depois de eu tomá-la duas vezes. Quem diria que um anjo desses seria tão insaciável, mas aprendi desde pequeno que tudo que é bom, dura pouco. E o meu "bom"… Acabou rápido demais.

Meu celular tocou e a mensagem estava ali, mais clara que a água cristalina.

“Ele está na cidade”

Sem dar muita explicação, disse a Jenny que não poderíamos passar a noite juntos. Saí do apartamento dela, entrei em meu carro e retornei a mensagem.

“Localização”

Assim que o celular tocou novamente, e vi onde o cretino estava.

— Velho estúpido. — murmurei.

Liguei meu carro e fui até ele, o maldito estava em uma boate de quinta, com mulheres que valiam menos que os perfumes que elas mesmas usavam. Sinto pena da esposa dele, ter que viver ao lado de um traste desses, que pega mulheres de rua, vive à base de uísque e dinheiro sujo.

Encontrei minha fonte na porta, pouco nos falamos, ele me deu uma blusa de capuz, o soco inglês que eu pedi e o número do quarto. Entrei sem pedir licença, joguei o maço de dinheiro para a mulher com um valor que ela teria que trabalhar um ano para juntar.

— Fica na porta até eu acabar. — eu disse a ela.

— Vai matá-lo? — ela perguntou com tranquilidade que me fez arquear a sobrancelha.

— Não, ele não merece a morte. Vou fazê-lo sofrer.

Assim que ela saiu eu o olhei, vivo, bebendo, rindo, e jogando dinheiro no chão, desfrutando de algo que era do meu pai. O acordo sempre foi claro, dinheiro, e ele longe de mim, longe dos meus olhos, mas ele é burro demais para isso.

O primeiro soco já o derrubou, o segundo foi coisa linda, o sangue já escorria, veio o terceiro, o quarto, o quinto e os gritos… não os dele, os meus. Eu já fiz isso uma vez, e ele não morreu, esse filho da puta é forte, ele aguenta mais uma vez.

O sangue escorria do nariz, dos supercílios, da boca, ele tentou puxar meu capuz mas era um inútil, nem mesmo isso conseguiu. E eu? Eu continuei.

— Você vai matá-lo! — uma voz suave, mas ao mesmo tempo desesperada disse me puxando.

Saí de cima dele, e vi que era a moça de antes.

— Ele matou meu pai, isso não é nada perto do que ele merece.

— Você já se aliviou, agora vamos tirá-lo daqui e ir embora. — Olhei para ela e assenti.

Ela me ajudou a carregá-lo, ela conhecia o lugar, disse que não tinha câmeras, era um verdadeiro muquifo. Jogamos ele em um beco, e saímos. Não ia demorar muito para amanhecer.

— Aqui sempre rola isso. — A mulher me disse. — Homens como ele, sendo agredidos e roubados. Esse é o preço por vir a lugares como esse.

— Obrigado pela ajuda. — falei indo em direção ao meu carro, mas ela me alcançou.

— Obrigado você pela grana. — Pela primeira vez eu a notei, ela era bonita, e jovem.

— Garota, quantos anos você tem? — ela piscou os olhos castanhos algumas vezes, antes de me responder.

— Vinte e um.

Tirei o outro maço de dinheiro que eu tinha no bolso da blusa e coloquei em sua mão.

— Esse dinheiro vai te ajudar a sair daqui.

Voltei a caminhar mas a garota é persistente.

— Se eu voltar com toda essa grana, o Tropeço pega tudo.

— É só não entregar, ou se não pega um pouco da grana e paga alguém para dar uma surra nele. — Parei de andar e voltei a encará-la. — Aí seu problema está resolvido.

Ela puxou minha mão e colocou um dos maços de volta nela.

— Aqui está, agora vamos. — começou a me puxar.

— Que merda é essa! — me soltei dela, irritado. As pessoas começaram a prestar atenção em nós, eu sujo de sangue, o capuz ainda escondendo o rosto e essa carrapato me enchendo o saco.

— Tô te pagando para dar uma surra nele, assim ele me deixa pegar minhas coisas e sair desse inferno.

— Garota, eu não vou a lugar nenhum. Pega o dinheiro e some!

— Não é simples assim, seu idiota! — ela retrucou. — Você me tirou de um programa, meu cafetão tá esperando a grana, e você. — ela cutucou meu peito. — Quase matou o desgraçado que deveria usar meu corpinho.

— Esquece suas coisas, você consegue comprar outras.

— Não o que tem lá. — o olhar dela suavizou e vi uma centelha de dor ali.

— O que tem lá?

— A única lembrança da minha mãe. — respondeu sem hesitar, para me mostrar o valor do que tinha lá.

Merda, as coisas eram para serem simples. Encontrar o idiota, dar uma surra nele, ir embora e fingir que isso não aconteceu.

— Ok, vamos buscar suas coisas. Depois você some da minha vida.

Ela só sorriu, e não disse mais nada.

Seguimos o caminho, e para nossa sorte não tivemos obstáculos. Ela entrou, e pegou a pequena caixa com as coisas da mãe, e quando começou a pegar as roupas.

— É sério isso, com o dinheiro que te dei consegue comprar roupas de gente.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

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