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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 77

Capítulo 77 – Como é que?

Atlas Wilson

Samantha e eu nos desentendemos, quer dizer, ela se desentendeu comigo. Depois nos acertamos, ela se irou de novo e mais uma vez consegui dobrá-la. Resumindo, estava tudo perfeito, me abri com ela, deixei claro o quanto a amo e sabia que isso abriria uma nova porta em nosso relacionamento, uma que sabia que depois que passasse por ela não teria volta.

Seria para sempre.

Decidi tomar café da manhã antes de descansarmos, mas no meio do caminho minha mulher recebeu uma ligação. Suas respostas a quem quer que fosse eram confusas, e mesmo eu a chamando ela não me respondeu. Mas insisti, a chamei uma, duas, mas ela parecia não me ouvir.

O Celular caiu de sua mão, e notei os tremores do seu corpo.

— Amor, por favor, fala comigo? — Falei mais uma vez, parando em sua frente. As lágrimas escorriam em seu rosto sem parar.

— José… eu não tenho esse dinheiro… meu irmão… ele vai morrer.

E depois dessas palavras confusas, ela desmaiou.

— SAMANTHA! — eu praticamente gritei a pegando em meu colo.

— Atlas?! — Athena surgiu no corredor. — O que aconteceu?

— Não sei, ela estava bem. Pega o celular dela, por favor. — Eu pedi e comecei a caminhar de volta para o meu quarto com ela em meu colo.

Minha irmã veio logo atrás de mim. Deitei ela com cuidado em minha cama, olhei para a Athena.

— Liga para Rubia, pergunta se pode vir dar uma olhada nela pra mim.

— Ok. — minha irmã disse, colocando o aparelho da Sammy no criado, e logo em seguida saindo do quarto.

— Amor, fala comigo. — eu sussurrei beijando seu rosto, ela estava gelada, e não tinha cor nenhuma. Peguei uma de suas mãos, e meu coração apertou, encostei minha testa na dela.

— Por favor, querida, acorda e me diz o que está sentindo. — Minha irmã voltou, e me separei de Samantha para olhá-la.

— Rubia está subindo, ela ainda não tinha saído para o hospital.

— Obrigado, garota, recebe ela pra mim, por favor.

— Pode deixar. — Mas ela não saiu, ficou me olhando.

— Algum problema? — perguntei.

— Você realmente gosta dela, né? O seu desespero te entrega.

— Eu não gosto. — eu disse, voltando a olhar para Samantha ainda desacordada. Passei a mão em seu rosto, antes de concluir. — Eu amo.

E foram depois dessas minhas palavras que os olhos dela se abriram.

— Ei. — eu disse descendo os lábios até os dela.

— O que aconteceu? — ela perguntou, ouvimos a campainha e Athena foi atender.

— Você desmaiou. — respondi, colocando uma mecha de cabelo atrás de sua orelha.

E de repente foi como se ela tivesse tomado um choque de realidade. Samantha deu um pulo da cama.

— José. — ela tentou levantar mas não deixei.

— Samantha, se acalme.

— Não, Atlas, três dias, ele me deu três dias.

Segurei o rosto dela entre minhas mãos, as lágrimas tinham voltado a escorrer por ele.

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