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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 76

Capítulo 76 – Tudo virar escuridão

Samantha Jones

Depois do nosso momento, as coisas desandaram. Tentei ir embora, mas Atlas não deixou, insisti na conversa e no final dela, as palavras dele me pegaram de surpresa.

— Porque, Samantha Jones, eu te amo.

Ele ainda tinha meu rosto entre as mãos. Eu piscava na intenção de controlar as lágrimas, e claro, me ancorar na realidade, porque ouvir essas palavras vindas de um homem como Atlas… só podia ser um sonho.

— Você não me ama… — foram as únicas palavras que consegui falar.

Ele arqueou uma sobrancelha pra mim, desceu os lábios até as lágrimas que escorriam e as capturou com cuidado. Depois passou o nariz pelo meu rosto, me acariciando, antes de falar.

— Então agora, você manda nos meus sentimentos? — me perguntou, mas havia diversão em sua voz.

— Não, mas eu sei… eu não sou nada, nem ninguém, olha pra mim e…

Ele me calou com um beijo intenso, a língua dele possuindo a minha. Envolvi meus braços por seu pescoço e ele desceu as mãos até minha cintura, me segurando e me colando ainda mais nele.

— Eu te amo. Você pra mim é tudo. Você é a mulher da minha vida. E eu olho, olho pra você todos os dias, e foi isso que me fez se apaixonar ainda mais, e te amar como nunca amei ninguém.

Ele disse cada uma dessas palavras com uma sinceridade que rasgou meu peito. Atlas colou a testa na minha, fechei os olhos e respirei fundo.

— Me apaixonei por você desde a primeira vez que te vi. — Eu disse abrindo os olhos para encará-lo. — E descobri que era amor, no dia que me consolou no hospital. — Passei a mão pelo rosto dele. — Eu te amo, eu nunca senti isso por ninguém. Mas eu sei que é amor.

Atlas riu e me beijou novamente, dessa vez me pegando no colo.

— Ainda bem, porque já estava ficando com medo de me rejeitar.

— Nunca, amor, mesmo com raiva, chateada, eu nunca seria capaz de te rejeitar. Porque eu te amo demais.

— Também te amo, querida, só espero que não me transforme naqueles baunilhas que se declaram a cada cinco minutos.

Ele me levou até o banheiro, me colocou no chão e foi abrir o chuveiro.

— Bom, já se declarou três em menos de cinco. — eu ri o encarando. — Acho que já se tornou um baunilha meloso.

Ele me puxou pela cintura e mordeu meu pescoço.

— Como diz Athena, é a treva mesmo.

Não aguentei e gargalhei. Atlas me ajudou com o vestido, depois entramos juntos no chuveiro ele me deu banho com uma delicadeza que não combinava com suas mãos grandes. Quando chegou na minha parte que sempre choraminga por ele…

Ele parou.

Atlas me puxou para debaixo da água quente, me colando à parede de mármore. Seu corpo molhado colado ao meu era uma tortura deliciosa.

— Lembra da sua palavra de segurança, querida? — sussurrou no meu ouvido, com a voz baixa e letal.

Um arrepio percorreu meu corpo inteiro, os mamilos endureceram e minhas pernas fraquejaram antes mesmo do toque.

— Café… — gemi em resposta, sem conseguir esconder o quanto aquilo me excitava.

Ele sorriu, e eu soube que tinha acabado de me entregar.

Atlas se afastou por um instante. Vi seus olhos brilharem com algo entre desejo e autoridade. Ele abriu o box e pegou uma toalha fina de rosto em uma das gavetas.

— Braços para cima. Encosta as mãos na parede, sem se mexer. — Ordenou. Obedeci. Tremendo. E completamente molhada, em todos os sentidos.

Ele ergueu meus pulsos e amarrou-os juntos acima da minha cabeça, prendendo-os com firmeza ao suporte de toalhas embutido na parede. Simples. Seguro. Mas me senti vulnerável… e tão deliciosamente exposta.

— Você não tem ideia do quanto me enlouquece assim, toda entregue. — sussurrou enquanto descia os dedos pelo meu corpo. — Mas não se preocupe, amor, que neste exato momento vou te mostrar o quanto é.

Desceu a boca até meus seios, sugando os mamilos já sensíveis com força controlada. Uma de suas mãos desceu pelo meu ventre, até alcançar meu centro, onde ele encontrou minha resposta quente e pulsante.

— Você tá pingando, querida. Quer que eu pare? — perguntou com sarcasmo.

— Não… Por favor, Atlas. Não para. — implorei.

Ele soltou um riso rouco.

— Então aguenta, querida. Não se mexe. Não geme alto. Não goza sem minha permissão.

E foi aí que o jogo realmente começou.

Atlas se ajoelhou no chão do box. A água escorria pelo corpo dele enquanto abria minhas pernas com as mãos firmes. Me lambeu sem aviso, me fazendo arquear a coluna, mas os braços presos me mantiveram imóvel.

— Quietinha, Sammy. — sussurrou antes de sugar meu clitóris com tanta fome que minhas pernas ameaçaram ceder.

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