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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 72

Capítulo 72 – Estrela

Juliet Pierce

— Ajoelha.

Meus olhos encontraram os dele e por um segundo eu hesitei. Não por medo… mas por saber o que aquele gesto significava. O que vinha a seguir não era apenas sexo. Era entrega. Confiança. Era me despir de todas as armaduras que construí ao longo dos anos.

Ajoelhei no centro do quarto, exatamente no mesmo lugar onde vi aquela mulher ajoelhada no dia em que o surpreendi. Agora… era eu.

Meus joelhos tocaram o tapete espesso e escuro. Noah estava em pé à minha frente.

— Mantenha as pernas afastadas, as mãos repousando sobre as coxas. — ele dizia com firmeza, e eu fazia como mandava. — Os ombros relaxados e cabeça erguida.

Assim que me posicionei, ele abaixou até meu ouvido e disse com a voz rouca.

— Boa menina.

Ele se endireitou e senti o olhar dele queimar minha pele como se seus olhos pudessem me tocar.

— Linda. — murmurou, enquanto caminhava ao meu redor, devagar, como um predador estudando sua presa. — O que está sentindo?

— Entrega. — sussurrei, e ele sorriu.

— A partir de agora, você só fala quando eu permitir. — sua voz era grave, firme. — Se precisar parar, use sua palavra. Fora isso, você é minha. E tudo o que eu disser, você vai fazer.

Assenti com um leve movimento de cabeça.

Noah se agachou à minha frente. Com delicadeza, deslizou os dedos sob a alça do meu vestido e a empurrou para o lado. Meu corpo estremeceu.

— De olhos fechados, Ju. — ordenou. — Sinta. Apenas sinta.

Obedeci. O toque dele percorreu minha clavícula, traçando um caminho até os seios, por cima do tecido. Um arrepio percorreu minha espinha. Ele não teve pressa. A ponta dos dedos dançava como se estivesse me pintando com desejo.

— Você é a coisa mais linda que eu já toquei. — sussurrou próximo ao meu ouvido. — E hoje, vou mostrar o quanto é desejada.

Suas mãos me guiaram até a cama, ainda de olhos fechados. Me deitou com cuidado e voltou a sussurrar:

— Só abra os olhos quando eu mandar.

Senti quando ele deslizou uma fita sobre meus pulsos. Seda. Macia. Apertada o suficiente para me prender, mas sem machucar. As amarrações estavam firmes, e eu amei a sensação de estar vulnerável nas mãos dele.

Ouvi o som de uma caixa sendo aberta. Depois, um clique. Um zumbido baixo.

Vibrador.

Meu coração disparou. Ele tirou minha calcinha com cuidado.

— Já que você se preparou tanto, quero que sinta o quanto me excita ver você assim. — disse, posicionando o brinquedo entre minhas pernas. — Molhada… quente… e toda minha.

O primeiro contato foi suave. Um tremor percorreu minha pele, minhas costas se arquearam e um gemido escapou dos meus lábios. Eu me contorcia na cama, completamente à mercê dele.

— Fale. — ele disse, a voz arrastada. — O que está sentindo?

— É… maravilhoso… — sussurrei. — Eu nunca senti nada assim, Noah…

— Isso é só o começo, mas aqui eu sou senhor.

Ele se inclinou e mordeu de leve meu lábio inferior.

— Sim… senhor… — eu disse em um gemido.

A vibração aumentou, e ele deslizou o brinquedo ao redor do meu clitóris com movimentos circulares. Meu corpo reagia como se ele conhecesse cada segredo meu. E talvez conhecesse. Eu já não era dona de mim. Estava entregue. Submissa.

— Você é tão linda assim. — ele murmurou. — Se contorcendo por mim… pedindo por mais sem dizer uma palavra.

Ele desligou o brinquedo repentinamente. Meu corpo implorava para continuar, mas eu obedeci. Fiquei quieta. Respirando fundo, tentando me conter.

Ele soltou minhas mãos. Me virou de bruços e puxou minha cintura para cima. Arqueei as costas, de olhos fechados, o rosto pressionado contra os lençóis. Ouvi quando ele abriu a gaveta da cômoda. O som metálico de um flogger ecoou pelo quarto.

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