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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 71

Capítulo 71 – Ajoelha

Juliet Pierce

Confesso que fiquei chateada com o fato de Noah tomar a decisão de me afastar do clube sem me comunicar. Mas também preciso dizer que a firmeza como ele lidou com a história de George e o lembrete de que estamos juntos para o que der e vier.

Me fizeram esquecer qualquer outra coisa naquele instante.

Eu era perdidamente apaixonada pelo Noah, e acho que nem mesmo pelo George, que por anos pensei ser o amor da minha vida, eu tive sentimentos assim. Ele levantou comigo no colo e caminhou até a

área privativa, sabia bem o que estávamos prestes a fazer e estava ansiosa por isso.

Sammy, Jenny e eu fizemos boas pesquisas e tivemos longas conversas com a Penélope e outras garotas aqui do clube. Era tudo novo, mas Sammy e eu estamos dispostas a tentar por nossos namorados, já a Jen ainda está relutante.

Noah passou pela porta comigo, me colocou no chão e foi aí que reconheci o quarto, era o mesmo que eu o vi com a moça naquele dia.

— Tudo bem? — ele perguntou, envolvendo os braços por minha cintura.

— Não tenho boas lembranças desse lugar. — Não precisei dizer mais nada, ele havia entendido bem o recado.

— Já me desculpei sobre isso.

— Eu sei, mas desculpas nem sempre apagam as coisas, senhor Blake, pois não tenho amnésia. — rebati.

— Querida, você é tão debochada às vezes que preciso controlar a vontade de te dar uns belos t***s nesse seu traseiro delicioso.

— Continue se controlando, amor… — sussurrei, aproximando a minha boca da dele.

— Então se comporte, querida… — ele respondeu e me beijou.

O beijo foi diferente de todos os anteriores. Profundo, cheio de promessa, possessivo. Como se ele quisesse deixar uma marca em cada canto da minha alma. Meu corpo reagiu ao toque dele de imediato. Meu coração disparou, ele me levantou e minhas pernas envolveram sua cintura e um suspiro escapou entre nossos lábios.

Assim que nos separamos, ele caminhou até a cama, ainda me carregando no colo, e me deitou com cuidado sobre os lençóis escuros e macios. Deitou ao meu lado e ficou me observando em silêncio por alguns segundos, como se estivesse avaliando cada detalhe do meu rosto.

— Você está linda assim. — murmurou. — Ansiosa, entregue... mas ainda dona de si.

Sorri, corando.

— Eu confio em você.

Ele acariciou minha bochecha com o dorso dos dedos e disse:

— Juliet, antes de darmos qualquer passo… preciso conversar com você sobre o que realmente significa esse universo que você está entrando. Não é só sobre algemas, t***s e jogos. É sobre entrega. Consentimento. E, acima de tudo, segurança.

Assenti, me sentindo pequena, mas curiosa. Cada palavra dele me envolvia.

— BDSM não é só sobre prazer — ele continuou. — É sobre respeitar os limites um do outro, saber onde podemos ir e onde devemos parar. Existem níveis. Estilos. E preferências. Você pode gostar de algumas coisas e não gostar de outras. E tá tudo bem.

— Eu li algumas coisas, conversei com algumas meninas… — comentei, tímida. — Sobre submissão. Mas tem tanta informação…

— Eu vou te guiar. — ele garantiu, com aquele tom firme e protetor que me desmontava. — Mas pra isso, preciso saber até onde você está disposta a ir.

Ele se sentou, mantendo o olhar nos meus olhos.

— Existem práticas físicas — explicou. — Como bondage, que é a imobilização com cordas, algemas ou fitas. Existe sensory play, onde usamos vendas, géis térmicos, velas específicas, penas ou até prendedores. Existe impact play, que são t***s, palmadas, uso de chicotes, floggers, crops. Nada disso é feito sem cuidado, e nunca com o objetivo de machucar, mas sim de estimular.

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