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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 299

Capítulo 299 — O Som da Vida

Dominic Costello

— TAYLOR!

O grito rasgou minha garganta, mas o silêncio que me respondeu foi pior que qualquer som. Ela estava caída no chão do closet, encolhida entre as araras de roupas. O rosto estava pálido como cera, os lábios levemente arroxeados. Ela parecia uma boneca quebrada jogada no carpete.

Corri até ela e me joguei de joelhos ao seu lado. O impacto machucou meus joelhos, mas eu não senti. Minhas mãos tremiam enquanto tocavam o rosto dela. Gelado. Busquei o pulso no pescoço. Fraco. Rápido demais, mas fraco.

— Taylor, acorda! — Dei tapinhas leves no rosto dela, o pânico tomando conta da minha voz treinada para o comando. — Amor, por favor... fala comigo!

Nada. Nenhuma reação. Os cílios dela nem tremeram. Peguei meu celular com a mão suada e disquei o número do Noah. Ele atendeu no primeiro toque.

— Fala, Dom.

— É a Taylor! — Gritei, sem me importar com a compostura. — Ela desmaiou. Está inconsciente, pulso fraco. Preciso de ajuda, eu não sei… não sei…

— Calma irmão. Estou descendo! — Noah respondeu, a urgência imediata na voz. — Vou ligar para o Elijah e avisar que estamos indo para o hospital.

Desliguei e guardei o celular. Passei os braços por baixo dela e a levantei. Ela estava leve, mole, um peso morto nos meus braços que fez meu estômago revirar de pavor. Saí do quarto correndo. Quando cheguei à sala, Diva deu um grito, levando as mãos à boca. Minha mãe olhou assustada, sem entender.

— O que houve, meu Deus? — Diva perguntou, correndo até nós.

— Encontrei ela caída no closet. — Respondi rápido, sem parar de andar. — Cuide da minha mãe, Diva. Eu ligo assim que puder.

A porta do elevador se abriu no momento em que cheguei ao hall. Noah e Chris estavam lá dentro, com expressões lívidas. Entrei com ela nos braços.

— O Elijah já está a caminho do hospital. — Noah avisou, apertando o botão da garagem. — Ele disse para levá-la direto para a emergência privada.

As portas se fecharam e o elevador começou a descer. Olhei para o rosto da minha mulher. Tão linda, tão pálida. Chegamos à garagem e entramos no SUV do Noah. Chris assumiu o volante para que Noah pudesse ir no banco do carona coordenando com o hospital. Eu fui atrás, com a Taylor deitada no meu colo.

O caminho foi tortuoso. Cada curva, cada freada parecia levar uma eternidade. Ela não acordava. Nem por um minuto.

— Tay... — Sussurrei no ouvido dela, beijando a testa fria. — Não faz isso comigo, amor. Volta pra mim.

Beijei as pálpebras fechadas, as mãos geladas. O medo de perdê-la era um gosto amargo na minha boca. Nós já tínhamos perdido o bebê, a gravidez anembrionária tinha sido um golpe duro semanas atrás, mas eu não podia perder ela. Eu não sobreviveria a isso.

O carro freou bruscamente na entrada da emergência. Elijah já nos aguardava na porta, junto com uma maca. Coloquei-a sobre o leito com cuidado.

— O que aconteceu? — Elijah perguntou, checando as pupilas dela enquanto corríamos pelos corredores.

— Diva disse que ela reclamou de tontura e dor de cabeça. — Expliquei, ofegante. — Encontrei ela desmaiada no closet.

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