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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 279

Capítulo 279 — É Vida Real

Dominic Costello

O líder do grupo não achou graça na minha piada sobre os sacos pretos. A resposta dele foi levantar uma submetralhadora curta e apertar o gatilho.

Não houve diálogo de vilão (claro que não, aqui não é filme é vida real).

O que teve foi o som ensurdecedor de chumbo rasgando o ar. Eu não me movi rápido o suficiente para desviar, mas me movi o suficiente para não levar um tiro na cabeça. O impacto no meu peito foi como levar uma marretada de cinco quilos. O ar saiu dos meus pulmões num chiado doloroso e fui jogado para trás, batendo as costas contra a lataria do SUV.

— DOMINIC! — Ouvi o grito abafado da Taylor de dentro do carro.

Deslizei até o chão, sentindo a dor latejante nas costelas, mas sorri. Um sorriso sangrento. Levei a mão ao peito, tateando o tecido rasgado da minha camisa social e sentindo a rigidez reconfortante do Kevlar por baixo. Colete à prova de balas. Eu nunca saía de casa sem ele.

— Vai precisar de munição maior que essa, babaca! — Gritei, rolando para o lado e saindo da linha de tiro.

Levantei minha Glock e disparei. Dois tiros. Dois estalos secos. Um dos atiradores caiu, segurando o joelho estourado. O outro tiro pegou no ombro do líder, fazendo-o recuar para trás do sedan deles.

A rua virou uma zona de guerra. Eram balas voando, vidros estourando e o cheiro forte de pólvora queimando minhas narinas. Corri agachado para a frente do SUV, usando o motor bloco como escudo.

Olhei pelo para-brisa. Taylor estava lá, os olhos arregalados, mas focados em mim. Ela viu que eu estava vivo. Foi quando um dos homens tentou flanquear o carro pelo lado do passageiro. Ele ia tentar pegar a Taylor.

— NÃO! — Berrei, levantando para atirar.

Mas não precisei. A porta do passageiro se abriu com uma violência brutal, acertando o homem em cheio no rosto com a quina de metal blindado. O cara cambaleou para trás, o nariz quebrado jorrando sangue. Antes que ele caísse, Taylor apareceu na fresta. Ela segurava a pistola reserva que eu mantinha no porta-luvas. Ela não hesitou. BAM! O tiro foi à queima-roupa. O homem caiu morto no asfalto.

Taylor fechou a porta imediatamente e me olhou pelo vidro. Eu estava furioso por ela ter se exposto, mas, porra... minha mulher era a coisa mais linda e sexy que existia. A raiva deu lado para o orgulho que senti dela. Ela levou a mão à boca e soprou um beijo para mim, com as mãos tremendo. Minha pinscher.

Voltei a focar na ameaça. Restavam três. Um ferido no joelho, o líder e mais um. O do joelho tentou se levantar, apontando para o pneu do meu carro. Finalizei-o com um tiro limpo no peito. Dois restantes.

— Pegue a garota! — O líder gritou, a voz distorcida pela dor. — Esqueçam o Costello! Pegue a Wilson!

O líder continuou atirando na minha direção para me manter preso na frente do carro, enquanto o outro corria para a lateral traseira, onde Athena estava. Ele começou a atirar na maçaneta, tentando estourar a trava.

— NEM FODENDO! — rosnei.

Larguei minha posição segura e avancei. O líder disparou, uma bala raspou meu braço, queimando a pele, mas eu não parei. Disparei três vezes contra ele, acertando-o no pescoço. Ele caiu gorgolejando.

Faltava um. Aquele que estava tentando abrir a porta da Athena. Avancei sobre ele antes que ele conseguisse quebrar o vidro. Ele se virou, tentando levantar a arma, mas eu chutei o pulso dele, ouvindo o osso estalar. A arma voou para longe. Foi luta corporal. Crua. Violenta. Ele tentou me dar uma cabeçada. Desviei e acertei um soco na traqueia dele. Ele engasgou. Agarrei a cabeça dele e girei com força. O pescoço quebrou com um som seco. O corpo caiu inerte aos meus pés.

Silêncio. Por um segundo, achei que tinha acabado. Respirei fundo, o peito doendo onde a bala tinha batido no colete.

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