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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 262

Capítulo 262 — A Nova Ordem

Dominic Costello

O caminho até a penitenciária estadual foi feito com o pé fundo no acelerador e a sirene ligada, cortando o trânsito de domingo como uma faca quente na manteiga. Mas minha mente não estava na estrada; estava na Taylor, no quão forte minha mulher era, e o quanto dessa força dela, junto do amor pelos meus irmãos de alma, eram combustível para que eu acabasse com toda essa merda logo.

Assim que atravessei os portões principais, o cenário era de caos controlado. Viaturas da polícia estadual, carros da perícia e vans táticas do FBI bloqueavam a entrada administrativa.

Desci do carro, ajeitando o coldre. Freeman veio ao meu encontro imediatamente.

— Chefe. — Ele parecia exausto, mas focado.

— Relatório. — Pedi, caminhando rápido em direção ao prédio.

— A situação na Ala D foi contida. Tivemos cinco baixas de detentos e três feridos graves. — Freeman baixou o tom de voz enquanto passávamos pela fita amarela. — Quanto ao Dixon... a científica já levou o corpo.

Minha mente reagiu à notícia, mas meu corpo não. Minha mente lembrava o homem que um dia foi amigo do meu pai, mas meu corpo, esse sabia bem o traíra sem vergonha que ele era.

— Causa da morte? — perguntei, tentando manter o foco de Agente Encarregado do FBI e Chefe da Corregedoria.

— Traumatismo craniano severo e múltiplas perfurações. Acredita-se que ele foi pego no fogo cruzado da rebelião... — Freeman hesitou.

— Acredita-se? — perguntei, o encarando.

— Sim, ainda não sabemos ao certo, só encontramos o corpo. — Freeman manteve os olhos nos meus. — Curiosamente, as câmeras do corredor administrativo e da sala dele sofreram uma "pane elétrica" vinte minutos antes do incidente. Não temos imagens do ataque.

Parei e olhei para ele.

— Uma pena. — Falei, sem demonstrar emoção. — Equipamentos velhos falham o tempo todo.

Freeman, que me conhecia há anos, entendeu o recado. Não faríamos perguntas para as quais não queríamos as respostas. Dixon teve o que merecia.

Meu celular tocou. Era o Comissário Gordon.

— Gordon. — Falei seco.

— Dominic, estou a cinco minutos daí. — A voz de Gordon soava trêmula, ansiosa. — A imprensa está me massacrando. Preciso de um plano de contenção. O Governador está respirando no meu pescoço.

— Mantenha a calma, Comissário. Estou assumindo a cena. Quando chegar, conversamos.

Desliguei. Imediatamente, o telefone tocou de novo. Parece que meu número se tornou o favorito de alguém.

— Snake. — Atendi, parando num canto mais reservado do corredor.

— O Comissário está chegando. — A voz de Juan Rivera veio tranquila, como se estivesse pedindo uma bebida. — Ele está nervoso. Deve dinheiro a muita gente, inclusive a mim.

— Eu sei. Ele acabou de me ligar.

— Escute, Agente Costello... Gordon é um homem fraco. Ele vai fazer o que for preciso para salvar a própria pele. — Snake fez uma pausa significativa. — Eu posso apertar os parafusos dele. Posso fazer com que ele aceite qualquer sugestão sua.

Entendi onde ele queria chegar.

— Eu preciso estar aqui dentro, Snake. — Falei baixo. — Preciso de acesso irrestrito para proteger o Atlas e o José, e para caçar quem quer que seja o contato do Drácula aqui dentro.

— Então você será o novo Diretor. — Snake declarou. — Vou mandar uma mensagem para o Gordon agora. Quando ele chegar aí, ele vai te oferecer o cargo numa bandeja de prata.

Soltei o ar, impressionado com o alcance desse homem.

— Obrigado, Snake.

— Não me agradeça ainda. Dez milhões de dólares fazem milagres, Dominic. — Ele riu, debochado. — Mas, falando sério agora... Declan me ligou. Contou sobre a Athena.

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