Entrar Via

Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 248

Capítulo 248 — Terra de Ninguém

Dominic Costello

Saí do presídio estadual com o sangue fervendo e os pneus do meu carro cantando no asfalto. A imagem do Atlas segurando aquela faca improvisada e o olhar de desespero do José sendo arrastado não saíam da minha cabeça.

Disquei para o Coletti enquanto furava um sinal vermelho.

— Chefe. — Ele atendeu rápido.

— Onde eles estão?

— No Brooklyn, te enviei a localização. O pessoal do Chris está por lá, mas o Gayer também levou uma equipe. Os caras estão com o Snake lá dentro.

— Estou a caminho.

Encerrei a ligação, ativei o GPS e joguei o celular no banco do carona, mas ele tocou novamente segundos depois. Olhei o visor, esperando ser o Coletti com mais informações, mas o nome Sammy brilhou na tela.

Franzi a testa. Atendi no viva-voz imediatamente, o instinto de proteção gritando.

— Sammy? Aconteceu alguma coisa?

— Dom... — A voz dela estava trêmula. — É a Taylor.

Meu coração parou por um segundo. Pisei no freio instintivamente, quase causando um acidente atrás de mim.

— O que tem a Taylor? Ela está bem?

— Ela está no banheiro há quase uma hora. Diz que está com cólicas fortes, mas não tem sangramento. — Sammy explicou, nervosa. — Eu insisti para levá-la ao médico, mas você conhece a cabeça-dura da sua mulher. Ela disse que não vai sair daqui. Eu tentei ligar para o Elijah, mas caiu na caixa postal. Dom, eu não sei o que fazer.

Suspirei, passando a mão pelo rosto, uma mistura de irritação e preocupação me consumindo.

— Ela é teimosa demais, eu sei. — Falei, tentando manter a calma para não assustar a Sammy. — Fica calma, Sammy. Eu vou resolver. Fica perto dela, por favor.

— Pode deixar.

— Obrigado. — agradeci e desliguei.

Disquei para o Elijah logo em seguida. Dessa vez, ele atendeu.

— Fala, Dom.

— Boa noite, meu amigo, preciso da sua orientação.

— Sua mãe?

— Não, minha mãe está bem. Pelo menos estava quando saí de casa. É a Taylor. — Expliquei a situação rapidamente. — Cólicas fortes há mais de uma hora. Ela não quer ir ao hospital.

— Calma, Dom. Isso é esperado.

Ouvir a voz calma do Elijah do outro lado foi o único motivo de eu não ter dado meia volta com o carro.

— O organismo dela está expelindo o que restou da gestação. Dói, é assustador, mas é parte do processo de recuperação física. Se não houver febre, ela está segura. — Ele me explicou.

— Tem certeza?

— Tenho. Mas escuta, estou saindo do plantão agora. Dei uma última olhada na nossa garotinha, e eu já ia passar aí para ver como a Sammy estava depois da prisão do Atlas. Vou aproveitar e examinar a Taylor, levar uns analgésicos mais fortes.

— Obrigado, Eli. Eu não estou em casa, a Tay está com a Sammy.

— Perfeito, uma visita, duas pacientes.

— Valeu, irmão. Eu te devo uma.

— Não deve nada. Somos amigos, e amigos são pra isso. Além do mais, essas meninas são minhas pacientes preferidas, todas elas.

Agradeci mais uma vez e desliguei, sentindo o ar voltar aos pulmões. Taylor estava sendo cuidada. Agora eu precisava cuidar do resto da família.

Acelerei, cortando o trânsito até chegar ao endereço no Brooklyn. Um dos homens do Chris, Jay, estava na porta.

— Chefe.

— Jay. O Chris ainda está por aí?

— Está lá em cima, no escritório do Snake. Estão todos lá.

Não pedi licença. Subi as escadas de metal pisando duro e abri a porta do escritório sem bater. As armas se voltaram para mim, Chris e Snake rápidos no gatilho, mas eu ignorei. Eu estava cheio de adrenalina e más notícias.

— Boa noite, senhores. — Minha voz saiu rouca. — Desculpem interromper a reunião. Mas temos um puta de um problema.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar