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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 207

Capítulo 207 — Consequências da Teimosia

Penelope Lopez

— Eu não vou. — decretei, cruzando os braços sobre o roupão de seda, empinando o nariz daquele jeito que eu sabia que testava a paciência dele.

Christopher estava parado na porta do closet, terminando de colocar a camiseta preta. Ele parou, ergueu os olhos mel para mim e soltou aquele suspiro longo que antecedia o perigo.

— Penelope, não comece. — A voz dele era calma, mas tinha aquele tom de comando que fazia meu útero contrair. — Samantha e Athena vão passar aqui em trinta minutos. Você vai entrar naquele carro, vai ao consultório do Elijah e vai fazer os exames.

— Eu estou ótima! — menti, ignorando o fato de que vomitei meu café da manhã há meia hora. — É só um estresse pós-casamento. Eu não preciso de médico, eu preciso de... compras.

Chris caminhou até mim devagar. O olhar dele escureceu, mudando de "namorado preocupado" para "Dominador sem paciência". Eu estremeci. Deus, eu amava quando ele me olhava assim.

— Você está sendo uma menina muito malcriada, encrenca. — ele murmurou, parando a centímetros de mim. O calor do corpo dele irradiava, e o cheiro do perfume amadeirado me deixou tonta. — E você sabe o que acontece com meninas malcriadas nesta casa.

— Talvez eu queira descobrir... — provoquei, mordendo o lábio e deixando o roupão escorregar um pouco pelo ombro. — O que você vai fazer, Dom? Me obrigar?

A provocação foi o estopim.

Chris rosnou baixo, segurou meu braço e me girou com força. Em um movimento rápido, eu estava debruçada sobre a ilha central do nosso quarto, com o roupão levantado até a cintura.

— Você pediu por isso. — ele avisou, a voz rouca no meu ouvido.

A primeira palmada estalou na minha bunda nua, firme e ardida. Eu arfei, um misto de dor e prazer explodindo no meu corpo.

— Chris! — gemi, tentando me mexer, mas a mão dele me manteve presa no lugar.

— Quieta. — Plaft. Outra palmada, mais forte. — Você vai aprender a cuidar da sua saúde. — Plaft. — Vai aprender a não mentir para mim. — Plaft. — E vai obedecer quando eu digo que estou preocupado com você.

— Sim... sim, senhor... — choraminguei, sentindo a pele das minhas nádegas queimar deliciosamente. Minha respiração estava ofegante, e eu já sentia a umidade se formar entre as minhas pernas.

Chris parou os t***s, mas não me soltou. Ele acariciou a pele vermelha com possessividade, depois enfiou a mão entre as minhas coxas, encontrando o que ele procurava.

— Molhada para mim... mesmo sendo teimosa. — ele sussurrou, e eu senti a fivela do cinto dele sendo aberta atrás de mim.

Não houve preliminares. Ele me penetrou de uma vez, fundo e forte, tomando posse do que era dele. Gritei contra o mármore frio da ilha, sentindo-o me preencher completamente.

— Você é minha, Penelope. — ele rosnou, estocando com força, me fazendo balançar a cada investida. — Minha teimosa. Minha vida. E precisa entender, porra, que eu só quero te ver bem.

— Sua... sou toda sua, amor... — gemi, rebolando contra ele, buscando mais atrito, mais contato.

Ele segurou meu quadril com as mãos grandes, marcando minha pele, e ditou um ritmo brutal e perfeito. Era punição e adoração ao mesmo tempo. Era a forma dele de dizer que me amava e que estava apavorado com a ideia de eu estar doente.

Quando o clímax me atingiu, foi avassalador. Gritei o nome dele, tremendo em seus braços, enquanto ele se derramava dentro de mim com um gemido gutural.

Ficamos ali por alguns segundos, ele ainda dentro de mim, beijando meu ombro, minha nuca, acalmando minha respiração.

— Agora... — ele sussurrou, me virando para dar um beijo suave na minha testa. — Banho. As meninas estão chegando. E se você reclamar de novo, eu cancelo minhas reuniões e te levo no médico amarrada. Entendeu?

— Sim, senhor. — respondi, sorrindo, ainda com as pernas bambas.

Quarenta minutos depois, eu estava sentada na sala de espera do consultório do Elijah, batendo o pé freneticamente no chão.

— Se você continuar fazendo isso, vai abrir um buraco no chão e o Elijah vai te cobrar a reforma. — Athena comentou, folheando uma revista de moda sem interesse.

— Eu odeio médicos. — resmunguei. — Eles sempre acham alguma coisa errada. "Ah, você precisa comer menos açúcar", "Ah, você precisa dormir mais". Que chatice.

— Penny, o Elijah é nosso amigo. — Sammy disse, calma como sempre, acariciando a própria barriga de grávida. — Ele só quer ver se está tudo bem. Esses enjoos não são normais.

— É virose. — insisti pela milésima vez. — Comi aquele sushi no domingo à noite na festa de noivado do Dom e não me caiu bem.

Sammy e Athena trocaram aquele olhar cúmplice irritante.

— Penny... — Sammy começou, com aquele tom maternal. — A festa do Dom foi há dias. Intoxicação alimentar não dura tanto. E você quase vomitou quando passei meu perfume de baunilha no carro.

— Coincidência.

— Você está atrasada? — Athena perguntou na lata, fechando a revista.

— Atrasada pra quê? Pro almoço? — me fiz de desentendida, embora meu coração tenha falhado uma batida. Minha menstruação. Merda. Quando foi a última vez? Com o casamento do Declan, o noivado do Dom, a confusão com Atlas no começo da semana... eu perdi a conta.

— Penelope! — as duas me repreenderam juntas.

Antes que eu pudesse responder, a porta se abriu e Elijah apareceu, impecável em seu jaleco branco, mas com um sorriso acolhedor.

— A paciente mais difícil do dia chegou. — ele brincou. — Vamos, Penny? As guarda-costas podem vir junto se quiserem.

— Essas aqui estão mais para carrascos do que guarda-costas. É sério, Doutor Elijah, não precisamos de exames. Um remédio pro estômago e estou ótima.

— Bom, já que está aqui, não vamos perder a viagem. Além do mais, seu namorado pode ter me ameaçado caso eu caísse no seu “papinho”. Essas foram as palavras dele.

As meninas riram e eu bufei.

Entramos na sala de exames. Elijah foi super profissional, fez as perguntas de rotina, mediu minha pressão (que estava um pouco alta, culpa do Chris e daquela rapidinha na ilha), e pediu exames de sangue urgentes.

— Já mandei para o laboratório aqui do lado. — ele disse. — Resultado sai em vinte minutos. Enquanto isso, vamos fazer um ultrassom? Só para descartar qualquer problema gástrico ou... outras coisas.

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