Entrar Via

Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 110

Capítulo 110 — É memória

Noah Blake

Depois da noite agitada, tudo que eu queria era ir para casa, ver meus filhos e garantir a segurança deles e da minha mulher até que esses malditos fossem pegos. Solicitei segurança redobrada ao Gayer e o Lawson também deixou homens de prontidão. Chamamos um carro e fomos os seis de volta ao meu prédio.

Quando chegamos Lawson estava lá, dei a chave de um apartamento para que ele fique com Penélope e Oliver, e outra para Reed e Jen. Juntos, é assim que ficaremos até essa merda acabar, todos acomodados, meus filhos dormindo e seguros, peguei nas mãos da Juliet e caminhamos até nosso quarto. Assim que entramos ela foi direto ao banheiro, calada, e estranha eu notava.

Encostei no batente da porta, cruzei os braços e fiquei um tempo ali só admirando. A água caía por seu corpo, ela havia prendido o cabelo, mas uns fios ainda estavam soltos, ela é perfeita e admirá-la era meu hobby.

— Vai ficar só olhando ou pretende me fazer companhia? — me perguntou sem nem mesmo me olhar.

— Achei que queria ficar sozinha.

Juliet se virou pra me olhar.

— Eu nunca vou querer isso quando se tratar de você.

Fui tirando minha roupa lentamente enquanto entrava no banheiro, já nu, abri a porta do box e entrei. Juliet encostou as costas em meu peito e ficou ali sem dizer nada por um tempo, mantive meus braços ao redor de sua cintura e meu queixo no topo de sua cabeça.

— Qual o problema? — perguntei quebrando o silêncio.

— Achei que vindo para Manhattan eu teria paz.

— E você vai ter, te prometi isso.

Ela apertou de leve meus braços que ainda estavam nela, a ouvi suspirar, sentia que havia mais ali. A virei para mim com cuidado, e segurei seu rosto entre minhas mãos.

— Fala comigo, amor, o que mais está te incomodando?

Juliet tirou minhas mãos do seu rosto, e as levou até a sua barriga, encostou a cabeça em meu peito.

— Ju?! — a chamei.

— Você ia gostar de… — ela parou no meio da frase.

Demorou alguns segundos para eu entender o que ela queria dizer, mas quando a ficha caiu.

— Ju, você está falando sério?

— Não sei se estou mesmo, nós fomos na farmácia por isso para comprar um teste.

— Você não parece feliz com a ideia. — falei para ela sentindo uma pontada no peito, porque desde que ela e as crianças vieram para minha casa, tudo que tenho pensado é em ter um filho nosso.

— É que nunca falamos sobre isso, Noah. E você acabou de aceitar meus filhos como seus… e com George de volta.

— Isso não é uma resposta, Juliet, você não ficaria feliz tendo um filho meu? — A pergunta saiu com um gosto amargo, sei que tive minhas dificuldades no início do nosso relacionamento, nunca tive base familiar, mas eu estou disposto a dar o meu melhor a Juliet, e a ter uma família com ela.

Ela levou a mão em meu rosto e me puxou para um beijo, mesmo com esse incômodo de talvez ela não estar afim dessa vida completa comigo, deixei isso de lado e aproveitei o momento. Quando nos separamos, ela me olhou com seus olhos azuis.

— Eu seria a mulher mais feliz do mundo, tendo um filho do homem que amo.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar