Entrar Via

Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 11

Juliet Pierce

Eu ainda estava em choque ao descobrir que Noah era o CEO difícil, que rosna e não contrata mulheres. Mas o meu maior choque era por ele ser o Don Blake, dono de um clube que nunca pensei em conhecer, muito menos trabalhar, o cara atencioso que me fez sentir mulher novamente depois de anos.

— Senhorita?! — ele me chamou, e foi só aí que percebi que ele tinha dito alguma coisa e eu, idiota, nem ao menos tinha ouvido.

— Me… me desculpe, senhor Noah, quer dizer, Blake… Ai, Santa das mulheres desesperadas, eu quis dizer senhor Blake.

Caramba, eu estou parecendo uma retardada falando. Péssimo início, Juliet…

Noah me olhava, com seus olhos verdes, mas tinha um brilho neles. Ele arqueou uma das sobrancelhas pra mim. Provavelmente odiando o meu jeito, ou talvez… só se divertindo mesmo.

— Ainda pretende fazer a entrevista, senhorita?

— O senhor ainda me quer para entrevista? — respondi com outra pergunta, sem hesitar.

— Existiria algum motivo para que eu não quisesse?

— Ãaa, não sei. Talvez… me diz o senhor?

— Senhorita, eu realmente preciso de um assistente, e esse jogo de perguntas sem respostas não vai me fazer conseguir um.

Engoli seco… aí está o CEO difícil que a Jenny mencionou.

— Se o senhor ainda estiver disposto a me dar essa chance, eu realmente tenho interesse em prosseguir.

Noah deu um passo para o lado, um sinal claro para que eu entrasse na sala. Quando passei por ele, meu braço, sem querer, esbarrou nele e senti um arrepio percorrer minha espinha.

Ele fechou a porta e seguiu até a cadeira atrás de sua mesa. Eu me mantive parada no mesmo lugar, não ousaria me mexer sem que ele mandasse.

— Por acaso tem a intenção de se sentar?

— Ãh… — gaguejei igual uma idiota. — Sim, só estava aguardando o senhor mandar.

Os olhos dele refletiam um brilho malicioso. Mesmo que sua expressão fosse impassível, eu via o brilho bem ali. E a voz da Penelope veio em minha mente:

“Eles adoram mandar e gostam mais ainda das que obedecem.”

Agora já era tarde para voltar atrás, teria que esperar ele ordenar.

— Sente-se. — A voz dele era carregada de autoridade.

Caminhei rapidamente até a cadeira em frente a ele, e queria me jogar daqui de cima por ter parecido uma completa idiota.

— Nervosa? — ele perguntou, sério, mas eu via o sorriso nos olhos. Estava sendo divertido para ele me ver dessa maneira.

— Se eu disser que sim, o senhor, mesmo assim, vai manter a entrevista?

Ele recostou na cadeira, sem desviar os olhos dos meus.

— Vai depender do motivo pelo qual está nervosa. É pela entrevista, ou por mim?

— Os dois. — respondi, sem hesitar e sem pensar também.

— Tem alguma coisa que eu possa fazer para que se sinta mais confortável? — Ele me perguntou.

“Parar de me olhar assim”. Era isso que eu queria responder, mas guardei o comentário para mim.

— Poderíamos iniciar a entrevista, isso já seria o suficiente para mim. — respondi, apertando a bolsa em meu colo.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar