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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 101

Capítulo 101 — Quer namorar comigo?

Taylor Laurent

Ele me beijou, Dominic me beijou e foi a coisa mais deliciosa do mundo. Porra, eu realmente sou a Julia Roberts. Quando nosso vigésimo quinto beijo acabou, porque eu me recusava a parar de beijá-lo, ele nos separou, e com aquele sorriso que antes me dava vontade de socá-lo e agora só dá vontade de beijá-lo ainda mais ele me disse.

— Senhorita insaciável, ainda temos que ir às compras. — senti meu rosto esquentar, mas era a mais pura verdade, eu não me cansava dele.

— Senhor Thor delicioso… — eu comecei, ele me interrompeu me dando um beijo no pescoço.

— Agora sou “Thor delicioso”, é?

— Se eu já tinha te comparado ao Thor, era porque já te achava uma delícia. Mas enfim, — chamei a atenção dele para o que realmente interessava. — Esquecemos de um pequeno detalhe. — Balancei meus pés que estavam em cima do sofá. — Não tenho um sapato. O meu está no Declan, mas não acho que combine muito com esse vestido.

— Devo ter alguma coisa lá dentro, não é o tipo de roupa e sapato que acho que combine com você, mas dá para ir até a loja.

— Dominic, uma camiseta sua, cabem três de mim.

— Taylor, acha que vou te dar uma roupa minha? — ele levantou. — Tenho umas roupas em um dos quartos de hóspedes, vamos até lá e escolhe uma que seja boa o suficiente só para sairmos agora.

— Tudo bem. — Joguei as pernas para fora do sofá, mas nem cheguei a colocar os pés no chão. — Dominic. — Chamei sua atenção.

— O que foi, seus pés ainda estão machucados. — ele disse me dando um selinho, e caminhou comigo em seu colo até o quarto.

Assim que entramos o cheiro de perfume ainda estava forte, como se a pessoa tivesse se perfumado há pouco tempo, e exalou pelo cômodo. Ele me colocou no chão, e foi até o lugar que os ricos chamam de closet, e que pra mim poderia ser um apartamento.

— Vista isso. — ele voltou trazendo uma calça, e uma camisa, ambas eram social com aquele ar de mulher chique empresária. E o calçado era um scarpin. — Acho que serve, talvez fique um pouco apertado, mas assim que comprar as suas, j**a essa fora.

— Está me chamando de gorda? — perguntei arqueando a sobrancelha.

— Gorda não. Gostosa? Com toda certeza. — ele disse rindo, peguei as peças de sua mão e foi aí que a ficha caiu.

— A dona não vai se importar? — perguntei e não consegui controlar o tom da minha voz, e ele percebeu.

— Não, e como eu disse, elas vão para o lixo depois. — Com a cara fechada, puxei as peças de sua mão e segui para o banheiro.

— Volta aqui… — ele disse me puxando pela cintura. — Isso foi há muito tempo, e ela era só um contrato.

Me mantive de costas pra ele, mas não resisti à curiosidade e perguntei.

— Contrato?

— Sim, uma história que vou te contar, mas não agora, e provavelmente nem hoje.

Dessa vez me virei, e cruzei os braços.

— E se eu quiser saber agora, não outro dia, nem mais tarde… agora? — perguntei irritada.

— Não tenho problemas em contar, Taylor, só acho que isso é irrelevante pra nós nesse momento.

— Pra mim não é, eu não sei que parada é essa que tá rolando entre nós, mas uma coisa eu sei, não tô aqui para ser feita de idiota. — Virei o rosto bufando. E sem aviso pela milésima vez no dia de hoje.

— Dominic, que merda! — falei no instante que ele me pegou no colo.

— Taylor, controle esse linguajar. — ele disse, e caminhou comigo até a cama e se sentou me colocando em seu colo.

— Vamos lá, uma explicação rápida só para que não fique colocando besteira na cabeça. — Cruzei os braços novamente, e fiz sinal para ele começar a falar.

— Vai! Tô esperando. — falei irritada e ele balançou a cabeça rindo de mim.

— Eu sou o que no BDSM eles chamam de Dom, que seria a abreviação para dominante, dominador.

— BDSM, aquela porra que maltrata mulher? — Senti meu peito apertar.

— Não, isso não tem nada a ver com maltratar, tudo que acontece é consensual e não é desse jeito que está pensando. — ele suspirou. — Por isso queria conversar em outro momento.

— Nem pensar, eu quero tudo agora! — exigi.

— O princípio fundamental do BDSM é o consenso, a sigla tem o significado de bondage e disciplina, dominação e submissão e sadomasoquismo. No meu caso, uso a dominação e a submissão, eu sou o Dom e tenho uma sub.

— Você tem? — perguntei, saindo do colo dele. — Então essas roupas são dela? — falei furiosa, e comecei a ir para fora do quarto.

— Taylor. — ele me chamou, mas ignorei, comecei a caminhar até o elevador. Mas como sempre, esse cretino me alcançou. — Me escuta. — ele disse, agarrando a minha cintura.

— Não quero ouvir, e eu, achando que você era certinho por ser agente. Que piada! — me debati para que ele me soltasse.

— Se você me ouvir, vai entender. — ele disse com uma calma que já estava me tirando do sério.

— Cinco minutos, te dou cinco minutos e se eu não gostar do que vou ouvir, volto pra South.

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