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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 421

POV/ SKY

A pancada subiu pelo meu quadril. Minha cabeça girou e precisei fechar os olhos para o quarto parar de rodar.

Fiquei sentada no piso, tonta.

Moon se abaixou.

— Eu falei pra você não levantar!

— Me ajuda.

— Volta pra cama.

— Me ajuda a levantar.

— Sky...

— Eu preciso ver ele.

Tentei apoiar uma mão no chão.

Foi quando senti.

Quente.

Entre as pernas.

Parei.

Franzi a testa.

— O quê...?

Moon ainda falava alguma coisa, mas não prestei atenção.

A sensação continuou.

Olhei para baixo.

Havia sangue na parte interna da minha coxa.

Por um segundo, fiquei apenas encarando aquilo sem entender de onde tinha vindo.

Fiquei imóvel.

— Moon...

Ela parou.

— O quê?

Passei a mão por baixo do camisolão.

Quando puxei, meus dedos estavam vermelhos.

Meu coração deu uma batida forte.

Depois outra.

Olhei para eles.

Depois para Moon.

— Eu tô sangrando.

Ela olhou.

— Meu Deus.

— Eu tô sangrando.

Mais sangue escorreu.

Dessa vez eu senti claramente.

Meu corpo inteiro gelou.

— Moon...

Minha voz começou a tremer.

— Por que eu tô sangrando?

— Enfermeira!

— Moon...

— ENFERMEIRA!

Ela levantou.

— ENFERMEIRA! POR FAVOR!

— Eu tô sangrando!

Olhei para o chão.

O medo voltou diferente.

Eu não sabia de onde vinha aquele sangue. Não sabia se tinha me machucado na queda, na explosão ou agora. Não sabia o que estava acontecendo dentro do meu corpo.

Só sabia que tinha sangue demais.

— O que tá acontecendo comigo?

A porta abriu.

Duas enfermeiras entraram.

— O que aconteceu?

Moon apontou para mim.

— Ela caiu. Ela tá sangrando.

Uma das enfermeiras se abaixou.

— Sky, não tenta levantar.

— O que é isso?

— A gente vai colocar você na cama.

— Por que eu tô sangrando?

— Primeiro vamos levantar você, tá?

— Mas o que aconteceu?

— Calma. Uma coisa de cada vez.

As duas passaram os braços por mim.

— No três. Um, dois, três.

Meu corpo saiu do chão.

Uma dor apertou o baixo da barriga.

— Ai!

Meu braço agarrou o ombro da enfermeira por reflexo.

— Devagar.

Me colocaram na cama.

Olhei para o camisolão.

Sangue.

No tecido.

Na minha perna.

No lençol.

Minha respiração ficou curta.

— Eu tô sangrando muito?

— A médica já vem.

— Eu tô bem?

Moon apareceu ao lado.

— Ela tá bem?

— Vamos avaliar.

— Mas ela tá bem?

— Moon...

— Ela tá bem?!

A enfermeira segurou meu ombro.

— Sky, fica deitada.

— Eu não sei por que tô sangrando.

— Eu sei. Respira.

— Eu preciso ver o Rocco.

— Primeiro a gente cuida de você.

— Não.

— Sky...

— Eu preciso...

A porta abriu novamente.

Uma médica entrou.

Ela veio até a cama, perguntou alguma coisa para a enfermeira e olhou o lençol.

Depois olhou para mim.

— Sky?

— O que tá acontecendo?

— Vou examinar você.

— Por que eu tô sangrando?

— Eu vou explicar.

— Eu tô morrendo?

— Não.

Moon soltou o ar.

— Ela tá bem?

A médica olhou para ela.

— Eu preciso que vocês duas tentem me ouvir.

— Eu tô ouvindo — falei.

Minha voz tremia.

Ela puxou um banco para perto da cama.

— Quando você chegou ao hospital, estava desacordada. Por isso, a equipe fez alguns exames.

Pisquei.

— Tá.

— Exame de sangue também.

— Tá.

Ela fez uma pausa curta.

— Um deles foi o beta-hCG.

Franzi a testa.

— O quê?

— Beta-hCG.

— Não sei o que é isso.

— É um teste de gravidez.

Fiquei olhando.

— O quê?

Moon parou de respirar ao meu lado.

A médica continuou devagar.

— O resultado deu positivo.

Não entendi.

— Positivo...?

— Sim.

— Pra quê?

CAP. 447 - — Por favor... fica.  Eu preciso de você..... 1

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