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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 415

NOTA DA AUTORA! 🚨⚠️👀

Primeiramente, peço perdão pelo vacilo! 🙏😭 Eu juro que sou uma boa pessoa 😇, o problema é que minha mão escreve com maldade! 😈✍️🔥

Enfim, segurem o coração porque VAI TER MARATONA SIM! 🏃‍♀️📚💥

Espero que vocês gostem ou que se desidratem de tanto chorar! 🤧🧻💔

Boa leitura! 📖🍿💣

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POV: SKY BITTENCOURT

O final de semana foi maravilhoso, mas a segunda-feira passou voando. Rocco tinha muita coisa acumulada da empresa para resolver, então mal teve tempo para mim. Ficou o dia quase todo trabalhando na frente do computador sem parar. Pelo menos a gente conseguiu almoçar junto na bancada da cozinha e teve uma folga no final da tarde, mas o dia correu muito rápido.

Eu não toquei no assunto da Jussara e nem dessa palhaçada de noivado forçado. Não queria estragar a paz que a gente tinha deixado no quarto.

Na terça-feira de manhã, acordei cedo e sentei no sofá para amarrar o tênis. Meu estômago estava meio pesado, dando um embrulho chato, mas engoli a saliva e terminei o nó.

Eu estava ansiosa demais. Meu pai ia voltar para casa finalmente, depois de tudo o que a gente passou.

Rocco saiu do closet ajeitando a gola da camisa preta. O terno escuro caía bem nos ombros largos dele, mas a cara entregava a noite em claro. As olheiras estavam fundas e o maxilar continuava travado.

— Vou direto para a empresa agora cedo — ele falou, vindo até mim com o passo firme. — Tem uma reunião técnica da diretoria que preciso tocar pessoalmente para fechar os contratos da Europa e resolver a questão com você sabe quem.

— É, eu sei. E preferia nem saber.

— Desculpa por isso, Sky.

— Tranquilo, estou garantindo um lugarzinho no céu — respondi, abrindo um sorriso pequeno.

— Você está amadurecendo bastante.

— Você falou igual a um pai orgulhoso agora.

Ele deu um meio sorriso, passando a mão pelo cabelo escuro:

— Engraçadinha você, né? Coisa de duas horas. Depois vou direto para o seu apartamento.

Fiquei em pé, dei dois passos até ele e apoiei as duas mãos no peito da camisa dele:

— Não precisa correr, Rocco. A Mon já está lá na porta da clínica me esperando. A gente vai junta na ambulância.

Rocco desceu as mãos para a minha cintura e apertou firme, me puxando contra o corpo dele:

— Quero estar na porta do seu prédio quando a maca chegar. O Christian vai estar lá, então preciso estar junto. Tenho que agradar o meu sogro.

— Tá bom, senhor general bobo — soltei um riso curto, encostando a boca na barba dele. — Ou melhor dizendo: papai?

O maxilar dele travou na hora. Os olhos verdes cravaram no meu rosto:

— Definitivamente eu não quero ser o seu pai, Sky.

Engoli seco com a intensidade daquele olhar. Ele abaixou a cabeça e mordeu a lateral do meu pescoço, forte o suficiente para deixar a pele quente, antes de me soltar devagar.

— Me liga assim que colocar o pé lá dentro. Qualquer coisa fora do lugar, você me avisa.

— Pode deixar. Te mando mensagem, papai general bobo mandão.

— Não me provoca, porque senão vou ter que te dar um corretivo.

Peguei a bolsa no braço do sofá:

— Fica para a próxima. Te amo.

CAP. 441 - FAMÍLIA 1

CAP. 441 - FAMÍLIA 2

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