NOTA DA AUTORA! 🚨⚠️👀
Primeiramente, peço perdão pelo vacilo! 🙏😭 Eu juro que sou uma boa pessoa 😇, o problema é que minha mão escreve com maldade! 😈✍️🔥
Enfim, segurem o coração porque VAI TER MARATONA SIM! 🏃♀️📚💥
Espero que vocês gostem ou que se desidratem de tanto chorar! 🤧🧻💔
Boa leitura! 📖🍿💣
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POV: SKY BITTENCOURT
O final de semana foi maravilhoso, mas a segunda-feira passou voando. Rocco tinha muita coisa acumulada da empresa para resolver, então mal teve tempo para mim. Ficou o dia quase todo trabalhando na frente do computador sem parar. Pelo menos a gente conseguiu almoçar junto na bancada da cozinha e teve uma folga no final da tarde, mas o dia correu muito rápido.
Eu não toquei no assunto da Jussara e nem dessa palhaçada de noivado forçado. Não queria estragar a paz que a gente tinha deixado no quarto.
Na terça-feira de manhã, acordei cedo e sentei no sofá para amarrar o tênis. Meu estômago estava meio pesado, dando um embrulho chato, mas engoli a saliva e terminei o nó.
Eu estava ansiosa demais. Meu pai ia voltar para casa finalmente, depois de tudo o que a gente passou.
Rocco saiu do closet ajeitando a gola da camisa preta. O terno escuro caía bem nos ombros largos dele, mas a cara entregava a noite em claro. As olheiras estavam fundas e o maxilar continuava travado.
— Vou direto para a empresa agora cedo — ele falou, vindo até mim com o passo firme. — Tem uma reunião técnica da diretoria que preciso tocar pessoalmente para fechar os contratos da Europa e resolver a questão com você sabe quem.
— É, eu sei. E preferia nem saber.
— Desculpa por isso, Sky.
— Tranquilo, estou garantindo um lugarzinho no céu — respondi, abrindo um sorriso pequeno.
— Você está amadurecendo bastante.
— Você falou igual a um pai orgulhoso agora.
Ele deu um meio sorriso, passando a mão pelo cabelo escuro:
— Engraçadinha você, né? Coisa de duas horas. Depois vou direto para o seu apartamento.
Fiquei em pé, dei dois passos até ele e apoiei as duas mãos no peito da camisa dele:
— Não precisa correr, Rocco. A Mon já está lá na porta da clínica me esperando. A gente vai junta na ambulância.
Rocco desceu as mãos para a minha cintura e apertou firme, me puxando contra o corpo dele:
— Quero estar na porta do seu prédio quando a maca chegar. O Christian vai estar lá, então preciso estar junto. Tenho que agradar o meu sogro.
— Tá bom, senhor general bobo — soltei um riso curto, encostando a boca na barba dele. — Ou melhor dizendo: papai?
O maxilar dele travou na hora. Os olhos verdes cravaram no meu rosto:
— Definitivamente eu não quero ser o seu pai, Sky.
Engoli seco com a intensidade daquele olhar. Ele abaixou a cabeça e mordeu a lateral do meu pescoço, forte o suficiente para deixar a pele quente, antes de me soltar devagar.
— Me liga assim que colocar o pé lá dentro. Qualquer coisa fora do lugar, você me avisa.
— Pode deixar. Te mando mensagem, papai general bobo mandão.
— Não me provoca, porque senão vou ter que te dar um corretivo.
Peguei a bolsa no braço do sofá:
— Fica para a próxima. Te amo.


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