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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 414

POV/ SKY

Não foi só embaixo. Foi perna. Barriga. Braço. Boca. Tremendo. Gritando. A boceta mil contrações no pau dele, uma atrás da outra, sem intervalo. Os pés tremeram. A coxa tremeu. A mão no clitóris não conseguia parar. Ele não parou. Continuou fodendo. Cada estocada puxou outro tremor. Eu não conseguia fechar a perna. Não conseguia parar a mão. Ele segurava a nuca e metia. Fundo. Fundo. Fundo.

— Rocco — saiu arrastado, a voz falhando. — Rocco. Rocco.

Ele tirou as pernas do ombro. O ângulo soltou. O ar voltou um pouco. Virou meu corpo. De quatro.

Os braços não aguentaram.

O peso foi embora. Os cotovelos dobraram. A cara foi na almofada. Os joelhos escorregaram no lençol molhado. Eu caí no colchão, o quadril ainda empinado pela mão dele, a bunda no ar, a boca aberta no tecido.

Ele não esperou eu ajeitar.

Pegou a perna. Dobrou. Abriu. Enfiou de novo. A cara na almofada. O pau fundo. A mão na minha bunda, apertando, o dedo afundando na carne. Estocada. Estocada. O som abafado na pena. Eu gemendo no tecido. A saliva no canto da boca. O cabelo na cara. Cada estocada empurrava meu corpo pra frente e a mão dele puxava de volta.

O suor escorria nas minhas costas. A pele arrepiada. A coxa tremendo, falhando, sem força pra sustentar.

Ele tirou o pau da boceta.

O vazio veio de uma vez. A boceta pulou, vazia, molhada, latejando. A cabeça do pau encostou no cu. Molhada. Quente. Grossa. Ele empurrou de uma vez.

Gritei alto.

Entrou. Grosso. Fundo. Uma estocada só até o meio, a carne abrindo, arder, cheio demais, depois o resto. O corpo inteiro travou. A boca aberta na almofada. A unha no lençol. Os dedos fechados no tecido. A perna dura.

— Porra — saiu de mim, alto, rasgado. — Rocco. Porra.

Ele parou um segundo. Dentro. Latejando. Grosso demais. O cu apertando sozinho, tentando acostumar. A mão no meu cabelo. Puxou. A cabeça saiu da almofada. O ar entrou. A outra mão nas minhas costas. Unha. Riscou de cima pra baixo, a pele arrepiando na trilha.

Mordeu a orelha.

Os dentes. Quente. A respiração pesada no meu pescoço.

— Eu te amo — falou, a voz grossa no meu pescoço. — Cê é a minha perdição. Cê não entende o que cê faz comigo.

Estocou no cu. Devagar primeiro. Saindo quase inteiro. Entrando. Eu gritei de novo. O som saiu rouco. Ele puxou o cabelo. A unha nas costas. Outra estocada, mais fundo. O quadril dele bateu na minha bunda. Pele em pele. O suor misturado.

— Massageia a boceta. Vai. Massageia essa boceta e goza, goza para mim eu estou mandando.

A mão desceu por baixo. Do jeito que eu tava. Cara no colchão. Bunda empinada. Pau no cu. O braço tremendo. Os dedos acharam a boceta, molhada, aberta, o clitóris inchado, latejando. Esfreguei. O círculo saiu torto. Sem jeito. Bom demais.

Ele meteu. Eu mexi. O cu apertando. A boceta na minha mão. O cabelo na mão dele. Cada estocada empurrava os meus dedos contra o clitóris. O corpo inteiro suado, tremendo, o coração disparado, a pele em arrepio.

Gozando de novo.

Tremendo. A perna falhando de verdade, dobrando. Os dedos rápidos. Ele fodendo o cu no mesmo ritmo. Eu soltei um som que não era palavra. O corpo inteiro foi. A boceta contração atrás de contração na minha própria mão. O cu fechando no pau dele. A visão fechou. A boca aberta no lençol, sem ar.

Rocco soltou um gemido baixo, preso. O quadril bateu fundo. Ficou. O pau pulsou. Gozando dentro do cu. Quente. Jato atrás de jato. Eu senti. Cada um. Ele segurou meu quadril com as duas mãos e descarregou até o fim, a testa na minha costa, o ar saindo pesado, o peito batendo nas minhas costas.

Ficamos assim. Um segundo. Dois. O pau ainda dentro, ainda pulsando. O suor escorrendo. Os dois ofegando.

Tirou. Devagar. O pau saiu molhado. A porra escorreu. Quente. Descendo.

Ele passou a mão. Nas minhas costas. Na bunda. Espalhou. Quente. Grosso. A palma deslizando na pele suada.

Três t***s na bunda.

Um. Doeu. Ardeu. A carne tremeu.

CAP. 440 -  VoCê é a minha perdição. Cê não entende o que cê faz comigo. 1

CAP. 440 -  VoCê é a minha perdição. Cê não entende o que cê faz comigo. 2

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