POV/ SKY
Não foi só embaixo. Foi perna. Barriga. Braço. Boca. Tremendo. Gritando. A boceta mil contrações no pau dele, uma atrás da outra, sem intervalo. Os pés tremeram. A coxa tremeu. A mão no clitóris não conseguia parar. Ele não parou. Continuou fodendo. Cada estocada puxou outro tremor. Eu não conseguia fechar a perna. Não conseguia parar a mão. Ele segurava a nuca e metia. Fundo. Fundo. Fundo.
— Rocco — saiu arrastado, a voz falhando. — Rocco. Rocco.
Ele tirou as pernas do ombro. O ângulo soltou. O ar voltou um pouco. Virou meu corpo. De quatro.
Os braços não aguentaram.
O peso foi embora. Os cotovelos dobraram. A cara foi na almofada. Os joelhos escorregaram no lençol molhado. Eu caí no colchão, o quadril ainda empinado pela mão dele, a bunda no ar, a boca aberta no tecido.
Ele não esperou eu ajeitar.
Pegou a perna. Dobrou. Abriu. Enfiou de novo. A cara na almofada. O pau fundo. A mão na minha bunda, apertando, o dedo afundando na carne. Estocada. Estocada. O som abafado na pena. Eu gemendo no tecido. A saliva no canto da boca. O cabelo na cara. Cada estocada empurrava meu corpo pra frente e a mão dele puxava de volta.
O suor escorria nas minhas costas. A pele arrepiada. A coxa tremendo, falhando, sem força pra sustentar.
Ele tirou o pau da boceta.
O vazio veio de uma vez. A boceta pulou, vazia, molhada, latejando. A cabeça do pau encostou no cu. Molhada. Quente. Grossa. Ele empurrou de uma vez.
Gritei alto.
Entrou. Grosso. Fundo. Uma estocada só até o meio, a carne abrindo, arder, cheio demais, depois o resto. O corpo inteiro travou. A boca aberta na almofada. A unha no lençol. Os dedos fechados no tecido. A perna dura.
— Porra — saiu de mim, alto, rasgado. — Rocco. Porra.
Ele parou um segundo. Dentro. Latejando. Grosso demais. O cu apertando sozinho, tentando acostumar. A mão no meu cabelo. Puxou. A cabeça saiu da almofada. O ar entrou. A outra mão nas minhas costas. Unha. Riscou de cima pra baixo, a pele arrepiando na trilha.
Mordeu a orelha.
Os dentes. Quente. A respiração pesada no meu pescoço.
— Eu te amo — falou, a voz grossa no meu pescoço. — Cê é a minha perdição. Cê não entende o que cê faz comigo.
Estocou no cu. Devagar primeiro. Saindo quase inteiro. Entrando. Eu gritei de novo. O som saiu rouco. Ele puxou o cabelo. A unha nas costas. Outra estocada, mais fundo. O quadril dele bateu na minha bunda. Pele em pele. O suor misturado.
— Massageia a boceta. Vai. Massageia essa boceta e goza, goza para mim eu estou mandando.
A mão desceu por baixo. Do jeito que eu tava. Cara no colchão. Bunda empinada. Pau no cu. O braço tremendo. Os dedos acharam a boceta, molhada, aberta, o clitóris inchado, latejando. Esfreguei. O círculo saiu torto. Sem jeito. Bom demais.
Ele meteu. Eu mexi. O cu apertando. A boceta na minha mão. O cabelo na mão dele. Cada estocada empurrava os meus dedos contra o clitóris. O corpo inteiro suado, tremendo, o coração disparado, a pele em arrepio.
Gozando de novo.
Tremendo. A perna falhando de verdade, dobrando. Os dedos rápidos. Ele fodendo o cu no mesmo ritmo. Eu soltei um som que não era palavra. O corpo inteiro foi. A boceta contração atrás de contração na minha própria mão. O cu fechando no pau dele. A visão fechou. A boca aberta no lençol, sem ar.
Rocco soltou um gemido baixo, preso. O quadril bateu fundo. Ficou. O pau pulsou. Gozando dentro do cu. Quente. Jato atrás de jato. Eu senti. Cada um. Ele segurou meu quadril com as duas mãos e descarregou até o fim, a testa na minha costa, o ar saindo pesado, o peito batendo nas minhas costas.
Ficamos assim. Um segundo. Dois. O pau ainda dentro, ainda pulsando. O suor escorrendo. Os dois ofegando.
Tirou. Devagar. O pau saiu molhado. A porra escorreu. Quente. Descendo.
Ele passou a mão. Nas minhas costas. Na bunda. Espalhou. Quente. Grosso. A palma deslizando na pele suada.
Três t***s na bunda.
Um. Doeu. Ardeu. A carne tremeu.


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Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário