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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 412

POV: SKY BITTENCOURT

Continuei cavalgando de costas.

Subia. Descia. O pau saía brilhando e sumia de novo. A bunda batendo no baixo ventre dele. Pele molhada em pele molhada. O som vinha grosso, úmido, cada vez que eu sentava até o fim. As correntes puxavam atrás de mim. O ferro batia na madeira. Ele sem mão. Eu no ritmo.

O quarto tava quente. O suor escorria entre os meus peitos, descia a barriga, misturava no ponto em que o corpo dele encontrava o meu. As coxas queimavam. O quadril doía de um jeito bom. O coração batia rápido demais, alto demais, como se quisesse sair pela boca.

O quadril dele tentou subir. Apertei as coxas em volta.

— Eu conduzo.

Ele parou o quadril. O pau latejou fundo, grosso, quente, uma veia pulsando dentro de mim no mesmo ritmo do peito dele. Eu sentei até o osso. Rebolei em círculo, devagar, sentindo ele roçar em todo lado. Subi até a cabeça. Parei. Só a ponta. O ar do quarto bateu frio na boceta molhada. Desci pesado. O som molhado encheu o quarto outra vez.

A pele das minhas costas arrepiou. O suor esfriou na nuca. Os cabelos ruivos grudavam no pescoço.

Virei o rosto por cima do ombro. Os olhos verdes vidrados na minha bunda. A boca aberta. A coleira subindo e descendo na garganta. O peito largo brilhando, subindo torto.

— Continua olhando.

— Tô olhando — a voz dele saiu grossa, quebrada. — Porra, Sky.

Cavalguei mais um pouco assim. Sem pressa. Deixando ele ver. O pau saindo. O pau entrando. A bunda abrindo e fechando em cima dele. Cada descida eu sentia o pau bater fundo e ficar latejando. Cada subida a boceta puxava, molhada, sem querer soltar.

Girei o corpo em cima dele.

O pau saiu na virada. Estalo úmido. Um fio escorreu na coxa. Fiquei de frente. O peito dele na minha frente, suado, quente, o coração batendo tão forte que eu sentia na palma quando apoiei. Passei a perna. Peguei ele com a mão. Grosso. Molhado de mim. A cabeça inchada. Encostei na entrada e sentei de novo, devagar, sentindo cada centímetro abrir. Fundo. Até encostar. Até não ter mais pra onde ir.

Fiquei sentada. Cheia. Sem mexer.

O pau ocupava tudo. Latejava. A boceta apertou sozinha, uma vez, duas, e ele soltou o ar pelos dentes. O pescoço dele esticou contra a coleira. Os braços puxaram as algemas. Os pulsos vermelhos.

Desci a mão entre a gente. Achei o clitóris. Inchado. Sensível. Esfreguei em círculo, lento, com ele enterrado até o fim. A boceta puxou. O pau dele pulsou dentro, forte, e eu apertei em volta de propósito.

— Porra — ele falou.

Apertei de novo. Segurei. Soltei. Esfreguei mais o clitóris. Sentei com peso. Levantei um pouco. Sentei. O clitóris raspou na base. Um choque subiu a barriga. Os peitos arrepiaram. Os bicos duros, apontando, o suor escorrendo no meio.

— Porra. Porra. Porra.

O peito dele subia torto. O abdômen travado. Os braços puxavam as algemas com força. O ferro bateu na madeira. O estrado rangeu.

— Me solta.

Passei o dedo no clitóris. Devagar. Uma volta. Outra. Olhei pra cara dele. A barba molhada. A boca entreaberta. Os olhos verdes escuros, sem foco nenhum além de mim.

— Só se cê implorar.

CAP. 438 — Gostou de me provocar? — ele falou, estocando. — Não gostou? 1

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