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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 411

POV: SKY BITTENCOURT

Rocco não respondeu com a boca.

Empurrou o quadril pra cima contra a minha palma. As correntes da cabeceira estalaram. O pau dele pulsou por cima da cueca, quente, duro, batendo na minha mão sozinho.

Puxei o elástico pra baixo de uma vez. O tecido desceu pelas coxas. O pau pulou pra fora, grosso, latejando, a veia do lado saltada no mesmo ritmo do peito.

Envolvi a base com os dedos. A pele queimava. Subi a mão devagar, apertando, sentindo o calor passar pra palma. Desci. Subi de novo. Sem pressa.

Rocco soltou um som rouco. O queixo foi pra cima. A coleira esticou na garganta.

Abaixei até a boca ficar perto. O hálito bateu na cabeça dele. Passei a ponta da língua no topo, contornando a borda, devagar. Salgado. Quente. Ele travou inteiro embaixo de mim.

— Sky…

Não respondi.

Desci a boca e engoli só a cabeça. Apertei os lábios em volta. Suguei. A mão ficou na base, subindo e descendo num aperto curto. Rocco puxou as algemas. O metal gemeu na madeira. A barriga dele fechou, dura. O peito subiu e não desceu direito.

Tirei a boca. Estalo molhado. Lambi de baixo pra cima, lenta, e subi de joelhos em cima dele.

Passei a perna por cima do quadril. Encaixei a boceta na ponta. Molhada demais. Deslizei pra frente. Deslizei pra trás. A cabeça dele abriu os lábios e não entrou. Desci um centímetro. A pressão abriu. Travei.

Rocco abriu os olhos. Verdes. Presos em mim.

— Desce.

Segurei a argola da coleira e puxei pra cima. O pescoço dele esticou. O ar sumiu um segundo. Encostei o rosto no dele.

Dei um tapinha na cara. Aberto. Sem força. Só o estalo.

— Cê não dá ordem aqui.

Ele puxou o ar pelo nariz. Os dentes trincados.

— Desce essa porra.

Ergui o quadril. Tirei o contato. O pau dele bateu na barriga, molhado, sozinho. O ar do quarto bateu frio em mim.

Rocco ergueu o tronco o que as correntes deixaram. Os braços tremeram.

Enfiei dois dedos na boca dele. Ele fechou os lábios em volta na hora, quente, molhado. A língua dele empurrou meus dedos. Puxei a coleira mais um pouco e segurei o queixo assim, os dedos na boca, o olhar no olhar.

— Olha pra mim.

Olhou.

Tirei os dedos. Passei molhado no lábio dele. Outro tapinha, mais leve que o primeiro. O outro lado.

— Pede.

— Sky…

— Implora.

O quadril dele tremeu na cama. O pau latejava entre a gente, sem entrar. O orgulho segurou dois segundos. Depois soltou.

— Por favor.

Desci de novo. Encostei a entrada na cabeça. Não sentei.

— Por favor o quê.

— Por favor, senta em mim.

Levantei. Tirei. Ele soltou um som feio na garganta.

— Por favor. Por favor, ruiva. Senta. Monta em mim.

Puxei a argola. O queixo subiu. Os olhos nele.

— Mais.

A voz dele quebrou.

— Cavalga em mim. Me fode. Por favor. Por favor, porra. Senta. Monta. Cavalga. Me fode. Tô pedindo. Tô pedindo agora.

Soltei a coleira. O pescoço dele desceu. Ele engoliu saliva.

— Se eu sentar, cê não goza até eu mandar.

— Manda. Manda o que quiser. Só senta.

Desci.

A cabeça abriu. Entrou. Devagar. Cada centímetro. Grosso. Quente. Molhado. Desci até o meio. Parei. O quadril dele tentou subir. Apertei a palma no peito e sentei o resto. Fundo. Até encostar.

O ar sumiu da minha garganta. Fiquei cheia. O pau latejando dentro. A boceta apertou sozinha.

Rocco soltou o som contra o teto. Os olhos fecharam. Os pulsos puxaram o couro das algemas e não foram a lugar nenhum.

CAP. 437 — Caralho. Continua. Me fode. Por favor. 1

CAP. 437 — Caralho. Continua. Me fode. Por favor. 2

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