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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 400

POV/ ROCCO

Ela deu uma gargalhada solta, me empurrando pelos ombros:

— Agora vamos tomar banho.

— Agora não.

— Vamos sim! — ela me deu um empurrão mais forte, soltou o corpo e levantou num salto. — Quem chegar primeiro decide!

Sky saiu em disparada em direção à suíte.

— Ei! Isso não valeu! — gritei, correndo atrás dela.

Ela entrou no banheiro e bateu a mão no batente da porta:

— Valeu sim, cheguei primeiro!

Entrei logo atrás, encurralando a ruiva contra a bancada de mármore. Puxei a cintura dela para colar no meu corpo:

— Que tal um sexo rápido aqui dentro do chuveiro?

— Nada disso, Blackwood. A gente acabou de transar!

— E daí? Eu quero mais. Quero você o tempo todo.

Inclinei a cabeça e beijei a boca dela com vontade, sentindo a língua dela responder antes de ela virar o rosto:

— Não! Eu ganhei a corrida. Eu tô morrendo de fome agora. Comida primeiro, sobremesa depois.

Soltei um suspiro derrotado:

— Tá bom. Mas eu vou cobrar essa sobremesa mais tarde com juros.

— Pode cobrar. Agora liga para pedir alguma coisa bem apimentada. Daquelas comidas mexicanas que ardem a língua, para combinar com o fogo desse final de semana.

— Deixa comigo.

Liguei a água morna da ducha para ela e saí do banheiro.

Voltei para a sala. Peguei o celular na mesinha de centro, disquei para o restaurante mexicano e pedi duas porções caprichadas, cheias de pimenta, acompanhadas de suco e sobremesa.

Enquanto o pedido não chegava, olhei para o sofá. As manchas de suor e a tinta borrada marcavam o couro escuro. Peguei um pano úmido, passei na superfície para tirar o excesso e joguei uma manta grossa cinza por cima para cobrir o assento até a gente limpar direito.

Voltei para a suíte. Sky já estava saindo do box, enrolada na toalha.

Tirei a bermuda de novo, entrei debaixo da água morna e tomei uma ducha rápida, tirando o suor do corpo e a tinta que tinha escorrido no meu peito.

Desliguei o chuveiro, amarrei uma toalha na cintura e caminhei para o quarto.

Sky estava parada na frente do meu guarda-roupa aberto. Ela segurava uma camiseta preta minha de algodão largo em uma mão e o marcador permanente na outra.

Ela virou para mim com aquele sorriso travesso:

— Vem cá.

Cheguei perto. Sky ergueu o braço, encostou a ponta de feltro bem no centro da minha testa e escreveu em letras garrafais:

SKY.

Logo em seguida, desceu a caneta e desenhou dois corações tortos, um em cada uma das minhas bochechas.

Ela deu um passo para trás admirando o resultado, rindo gostoso:

— Agora sim o meu noivo tá devidamente identificado.

Ela vestiu a minha camiseta preta pela cabeça. O tecido caiu folgado, batendo na metade das coxas fartas, cobrindo os seios sem sutiã.

Olhei para as pernas grossas dela totalmente nuas por baixo:

— Pelo menos bota uma calcinha, Sky. Se você andar pela cobertura desse jeito, sem nada por baixo, a comida vai esfriar e a gente volta para essa cama agora mesmo.

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