POV/ ROCCO
Devagar. A cabeça entrou, apertada, quente demais, e ela soltou um gemido rouco, o ombro caindo no sofá. Parei. Só a cabeça. Apertei as nádegas em volta do pau, sentindo a carne macia, e empurrei mais um centímetro. O cu abriu. Mais. Eu via. O Big Black grosso sumindo ali, a saliva brilhando, a pele branca esticando, e Sky choramingava no couro a cada centímetro. Fui até a raiz. O quadril colado na bunda, ela cheia, ofegando, as coxas tremendo.
— Você é linda — falei, a voz rouca, sem sair de dentro. — Maravilhosa. A mulher mais gostosa, mais linda. Não existe ninguém. Eu sou viciado em você. Louco. Maluco. Apaixonado até os osso.
Puxei quase inteiro.
Vi o pau sair do cu dela, grosso, brilhando, o buraco tentando fechar, e enfiei de novo, devagar, até sumir. Outra vez. Outra. Apertei as nádegas enquanto estocava, os dois lados, a carne transbordando nos dedos, e fodi o cu assim um tempo longo — fundo, devagar, vendo entrar, vendo sair, o som mais baixo que na buceta, mais denso, o couro, a respiração dela falhando. Palma na bunda. O estalo. A marca vermelha ganhando cor em cima da outra.
A mão voltou pela barriga até o clitóris.
Sky gemeu, as pernas tremendo de verdade agora, o corpo gordinho balançando a cada estocada, e gozou de novo com o pau no cu e o dedo no clitóris, um orgasmo quebrado, o cu apertando o Big Black com força, ela choramingando no sofá.
— As pernas… Rocco, as pernas tão tremendo… o cu… eu não quero… eu não aguento…
A cabeça e o ombro desceram no assento, o rosto de lado no couro, o cabelo ruivo uma bagunça de fogo, e eu continuei fodendo. A bunda empinada. O pau saindo. O pau entrando. Apertei as nádegas, puxei a cintura, bati de novo. O estalo.
— Você vai aguentar até eu me satisfazer — falei, puxando, estocando, vendo o Big Black desaparecer no cu. — Ainda mais agora. Agora eu não preciso pedir permissão para te foder. A gente vai se casar.
Sky soltou um som que era gemido e riso e protesto no mesmo fôlego, e eu fodi o cu dela com vontade, olhando a pele branca, a marca da mão, o meu nome na coxa, o É MEU no ventre quando ela arqueava. Linda. Minha. Estocada fundo. Estocada mais rápida. Apertei as duas nádegas e puxei ela contra o pau, o colo batendo, o barulho, o cheiro de sexo grosso na sala. O cu apertava, quente, e eu via o pau sair quase inteiro e entrar de uma vez, de uma vez, de uma vez, até o Big Black inchar de novo, pesado, no limite.
Enfiei fundo. Fiquei. Gozei dentro do cu.
Quente. Enterrado. O corpo travando, o gozo enchendo ela, e eu empurrei mais um pouco, sentindo o cu puxar, as nádegas macias apertadas nas minhas mãos. Respirei nela. Tirei devagar, vendo o pau sair, o cu latejando, a porra escorrendo junto com a da buceta pela coxa branca, pela dobra da bunda, manchando o sofá.
Uma palma na bunda. Esquerda. A marca da mão vermelha na pele clara.
— Ai.
Outra. Direita.
— Ai, Rocco…
Sky ficou jogada no sofá, o corpo mole, o peito farto esmagado no couro, a bunda marcada dos dois lados, os dois buracos preenchidos, a tinta preta borrada de suor no meu nome. Destruída. Linda. Minha.
Deitei do lado dela, o peito ainda subindo pesado, o pau molhado encostado contra a coxa farta. Sky virou o rosto no couro do sofá. Os olhos castanhos vieram cansados, brilhando, e ela riu. Um riso pequeno, rouco, gostoso.
— Você é muito louco.
— Pois é — passei a mão na bunda marcada, só para sentir a carne quente. — Sou insandecidamente insandecido por você.
— Alguém já te disse que você tem um vocabulário bem expansivo? — ela disse, rindo enquanto passava as mãos pelo rosto. — Eu nunca ouvi essa frase.
— E eu nunca vi, em nenhum lugar do mundo.
— O quê?
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