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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 398

POV: ROCCO BLACKWOOD

Devagar. Fundo. As pernas dela caídas, moles, dos dois lados do meu quadril, e eu via a respiração bater no peito farto, o ar saindo quente na minha boca a cada vez que eu enterrava o pau até o fim. A buceta da Sky me recebia inteiro, quente, apertada, ainda molhada do oral, e eu puxava quase tudo para fora só para sentir ela abrir de novo quando eu voltava. O Big Black sumia nela. Aparecia. Sumia. O couro do sofá reclamava de leve sob as coxas grossas, e o cheiro de sexo já começava a subir entre a gente, misturado com a tinta do marcador e o perfume doce da pele dela.

As unhas cravaram nas minhas costas.

Ardeu. Ardeu pra caralho. Sky riscou a pele com vontade, um gemido preso dentro do beijo, e eu fodi mais fundo, o pau grosso abrindo, saindo quase inteiro e voltando até o colo bater nela. O som molhado começou a encher a sala. Beijei a boca. Beijei o queixo. Desci a língua pelo pescoço, no lugar onde o choro da proposta ainda tinha deixado a pele quente, e fiquei ali, chupando, enquanto o quadril ia e vinha sem pressa. Na clavícula. O ROCCO preto contrastava na alvura, e eu passei a boca por cima de cada letra, beijando, chupando a pele em volta da tinta, sentindo ela tremer embaixo de mim.

— Rocco…

Chupei o seio.

O bico rosado entrou na boca, a carne farta enchendo a palma, tão branca que o vermelho do tesão já pintava a aréola, o colo, o pescoço. Fodi enquanto chupava. A língua no mamilo, o dente de leve, o pau indo e vindo na buceta quente, devagar demais de propósito. Troquei de seio. A boca desceu pela barriga, pelo coração torto em volta do umbigo, beijei o desenho inteiro, voltei a foder fundo e desci a mão até o baixo ventre para passar o polegar por cima do É MEU enquanto o Big Black desaparecia nela outra vez.

O pau queria gozar.

Sempre queria, com ela. Sempre. Mas o Big Black parecia entender o recado melhor do que eu: quanto mais demorasse, melhor. Segurei. Puxei quase inteiro, olhei o pau sair brilhando, grosso, e enfiei de uma vez, até o fundo, o colo estalando na buceta. Sky arqueou, as unhas descendo de novo nas minhas costas, e eu fodi assim um tempo longo — fundo, devagar, o quadril pesado, a respiração dela quente na minha boca cada vez que eu beijava. Depois mais rápido. Depois devagar outra vez. O couro. O som. A pele branca ficando vermelha do peito ao rosto, o cabelo ruivo cor de fogo colado na têmpora, os olhos castanhos perdendo o foco e achando o meu de novo.

— Você é gostosa demais — falei na boca dela, enfando fundo e ficando um segundo enterrado, sentindo a buceta me apertar em volta. — Linda demais. Eu te amo.

Ela só conseguiu gemer.

Puxei a nuca dela pelos fios ruivos e beijei enquanto o quadril voltava a bater. Estocada. Estocada. Estocada. A buceta molhava, escorria, o cheiro grosso subindo na sala, e eu descia a boca no pescoço, mordia de leve, voltava para o seio, chupava, fodia. A mão apertava a coxa gorda, subia, apertava a bunda contra o sofá, puxava ela para mim a cada vez que eu ia até o fim. Sky gemia sem parar, um gemido atrás do outro, a boca aberta, e as pernas moles balançavam dos lados, sem força para se fechar.

Virei ela.

Sky foi de quatro no sofá com um empurrão firme na cintura, o peito farto afundando no encosto, a bunda empinada para mim, a renda preta ainda enganchada de lado. A buceta vermelha brilhava, aberta, escorrendo, e o meu nome na coxa interna apareceu quando eu abri ela com as duas mãos. Apertei as nádegas. A carne macia transbordou entre os dedos, branca, quente, e eu encostei a cabeça do pau na entrada só para ver. Empurrei. O Big Black entrou devagar, sumindo no rosa, e Sky gritou no couro.

Fiquei olhando.

O pau grosso saindo quase inteiro, brilhando, a buceta puxando, tentando não deixar, e eu enfiando de novo até o colo bater na bunda. Outra vez. Outra. O estalo da pele na pele. Apertei as nádegas com as duas mãos e fodi assim, vendo o pau entrar e sair, entrar e sair, a bunda gorda balançando a cada estocada, as coxas grossas tremendo. Devagar. Fundo. O som molhado mais alto agora, mais sujo, enchendo a sala inteira.

CAP. 424 - — Minha. Minha mulher. Não existe ninguém no mundo igual você. 1

CAP. 424 - — Minha. Minha mulher. Não existe ninguém no mundo igual você. 2

CAP. 424 - — Minha. Minha mulher. Não existe ninguém no mundo igual você. 3

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