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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 397

POV: ROCCO BLACKWOOD

Continuei beijando a Sky no meio da sala, ajoelhado com ela colada no meu peito, a boca dela ainda com gosto de lágrima e de tinta, as mãos pequenas cravadas na minha barba. Não tinha mais discurso. Não tinha mais carta. Só o corpo quente da minha mulher, o vestido cinza jogado no tapete, a calcinha de renda preta e aquele “casa comigo” ainda latejando entre a gente.

Passei a mão pelas costas nuas dela, desci até a bunda farta e apertei a carne macia com vontade, puxando o quadril dela contra a cueca. Sky soltou um som baixo na minha boca, as coxas grossas abrindo um pouco no meu colo, e eu apertei de novo, os dedos afundando, a palma cobrindo o tanto de bunda que cabia. A pele dela era tão branca que já corava só do aperto. Beijei mais fundo. A língua dela veio. Quente. Doce. Eu desci a mão pela lateral da cintura, subi no seio pesado, apertei, senti o bico endurecido na palma, e ela arqueou contra mim sem soltar minha boca.

Levantei com ela no colo.

Sky prendeu as pernas na minha cintura, o cabelo ruivo cor de fogo caindo no meu ombro, e eu atravessei a sala até o sofá sem quebrar o beijo por inteiro. Deitei ela no assento. O corpo mole e cheio afundou no couro, as coxas se abrindo sozinhas, a calcinha preta marcando a buceta, o peito farto subindo rápido, a clavícula com o meu nome escrito à caneta, o baixo ventre com o É MEU logo acima da renda. Fiquei ajoelhado no chão, entre as pernas dela, e puxei o quadril da Sky até a beirada do sofá, deixando ela meio sentada, meio deitada, a cabeça no encosto, as pernas abertas para mim.

Olhei para aquilo e quase perdi o juízo.

A pele alva. A dobrinha da barriga. As coxas grossas. A renda preta úmida no meio. O ROCCO na parte de dentro da coxa, bem perto de onde eu ia colocar a boca. O coração torto em volta do umbigo. Os seios soltos, pesados, os bicos rosados já duros. E o cabelo ruivo espalhado no encosto, a boca inchada, os olhos castanhos me olhando de cima com aquele resto de choro e de tesão misturado.

Beijei a parte de dentro da coxa.

Devagar. A tinta preta do meu nome sob os lábios. Sky tremeu. Subi um pouco, beijei de novo, mais perto da renda, e mordei de leve a carne macia. Ela gemeu, a mão descendo na minha cabeça, os dedos nos meus cabelos pretos, e deu um tapinha frouxo no meu couro, rindo no meio do arfar.

— Ai… tô te marcando.

— Marca — falei contra a pele dela, a voz já rouca. — Eu gosto.

Passei a língua no mesmo lugar da mordida e senti o corpo dela reagir inteiro. A mão dela apertou meus cabelos. Eu puxei a renda preta para o lado, só o suficiente, e a buceta apareceu rosada, molhada, quente, o clitóris inchado entre os lábios. O cheiro dela subiu. Salgado. Meu.

— Eu gosto de brinquedo — falei olhando para ela, o polegar acariciando a coxa marcada. — Gosto de posse. Gosto de controle. Isso me faz sentir poderoso, principalmente com você, porque eu sou louco por você de um jeito que não tem conserto. Mas hoje eu vou fazer amor com você. Só eu. Sem mais nada. Eu sozinho vou te levar até o limite.

Sky abriu a boca para responder e só saiu um gemido, porque eu já tinha aberto os lábios dela em V com os dedos, afastando a carne macia, deixando o clitóris exposto, e passado a língua devagar, de baixo para cima, pressionando.

O gosto veio salgado e quente, e eu fechei os olhos um segundo só para sentir. Passei a língua de novo, mais firme, subindo pelos lábios, parando no clitóris, pressionando com a ponta. Sky arqueou no sofá, as coxas tentando fechar no meu rosto, e eu segurei uma com a mão livre, mantendo ela aberta. Continuei. Língua larga na buceta inteira, depois ponta no clitóris, circular, devagar, depois mais rápido, sugando. A mão dela puxou minha cabeça para baixo, pedindo mais contato, mais boca, mais pressão, e eu dei, chupando o clitóris, sugando, soltando, passando a língua achatada em cima, pressionando.

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