NOTA DA AUTORA! 😭❤️✨🎶
(AVISO: ESCREVI ESSES CAPÍTULOS OUVINDO LUAN SANTANA - TUDO QUE VOCÊ QUISER! DÊ O PLAY NA MÚSICA! 🎧🔥)
Gente, PREPAREM O CORAÇÃO porque eu estou ME ACABANDO DE CHORAR! 😭🤧💔
Passou um filme lindo na minha cabeça de tudo o que o Rocco e a Sky enfrentaram até chegar nessa cena! Como prometi lá na rede social: VOU REPOSTAR OS COMENTÁRIOS NOS MEUS STORIES! Então COMENTEM MUITO e venham SURTAR JUNTO COMIGO! 💬📸🔥
Eu, Nanda autora, estou EMOCIONADA DEMAIS com essa entrega! Boa leitura e peguem o lencinho! 🥺💍❤️✨
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POV: ROCCO
Ela tentou segurar o meu pulso, mas firmei o traço enquanto ela se contorcia no chão, rindo gostoso com as bochechas ficando totalmente vermelhas:
— Fica quieta, Bittencourt.
— Você sabe que eu tenho cócegas aí, seu desgraçado!
— Sei exatamente onde você tem cócegas — respondi, largando a caneta de lado por dois segundos.
Apoiei a mão espalmada na cintura farta dela e desci a boca direto no lugar onde tinha acabado de desenhar. Minha língua tocou a pele quente da costela, sugando de leve antes de cobrir a carne macia com beijos estalados e demorados, abafando o riso solto dela com o peso dos meus lábios.
Sky estremeceu inteira debaixo de mim. O peito farto subia e descia rápido, os dois bicos rosados empinados de frio e de tesão.
Desci o corpo mais um pouco pelo tapete, deslizando o tronco pesado sobre a coxa dela. Passei a língua pela dobrinha suave da barriga da ruiva, saboreando o gosto doce da pele limpa e o calor absurdo que ela emanava. Subi os olhos devagar até encontrar aquele par de olhos castanhos que mandava em tudo dentro de mim:
— Eu te amo, ruiva.
A respiração dela travou no peito no mesmo segundo. O olhar da Sky amoleceu de um jeito que quase me quebrou no meio.
— Eu também. Te amo muito... muito mesmo...
Ela esticou o braço, pegou a caneta do chão e tirou a tampa com os dedos trêmulos. Sky segurou a lateral do meu rosto com a mãozinha quente, me mantendo parado, e deslizou a ponta do marcador pela minha bochecha esquerda, escrevendo o nome dela ali bem devagar. A ponta gelada de feltro arranhou a minha pele, mas tudo o que eu sentia era o carinho do polegar dela acariciando a minha barba por fazer.
Tirei o marcador dos dedos dela, passei a língua no canto da boca da minha mulher e apoiei a ponta preta ao redor do umbigo dela. Desenhei um coração grande e torto, contornando a curva da barriga com calma.
— Deixa eu ver — murmurei, descendo o olhar pelo corpo dela. — Já sei onde eu quero escrever.
Sky ergueu a cabeça do tapete, tentando enxergar:
— Onde?
Deslizei os dedos pela pele lisa do abdômen até alcançar o elástico fino da calcinha de renda preta. Não tirei a peça. Apenas enganchei o indicador no tecido e puxei dois dedos para baixo, descobrindo o baixo ventre macio, bem acima da virilha.
Apoiei a ponta da caneta na pele clara e desenhei cada letra com pressão:
É MEU.
Sky olhou para a própria pele e soltou uma risadinha deliciosa:
— É meu? Sério isso?
— Muito sério. Não tem espaço para dúvida.
— Desse jeito eu vou ter que pegar essa caneta e marcar o seu Big Black também para garantir que nenhuma descarada se aproxime.
Olhei para a minha cueca preta estufada entre as pernas, onde o meu pau latejava empinado em direção ao umbigo, e soltei um riso rouco:
— Não precisa marcar nada nele, ruiva. Ele já sabe muito bem quem é a única dona dele.
Sky riu baixinho. Ela ergueu os braços macios, passou as mãos pelo meu pescoço e puxou a minha cabeça para baixo com vontade. Nossos lábios se chocaram primeiro em um beijo estalado e cheio de ardor, mas a boca dela abriu logo em seguida, me convidando para entrar.
Enfiei a mão esquerda nos cabelos ruivos dela, espalmando a nuca e afundando os dedos nos fios longos e macios. Apertei a raiz de leve, guiando o ângulo do beijo enquanto minha boca devorava a dela com uma calma faminta. Minha língua deslizou pelo céu da boca dela, trocando saliva quente e puxando suspiros rasgados do fundo da garganta da Sky.
— Você é tão bobo, Blackwood — ela sussurrou quando quebrei o contato por um centímetro, mantendo as nossas respirações coladas.
— E você é linda pra caralho — murmurei de volta, subindo o tronco devagar.
Fiquei por cima dela de novo, com o antebraço direito enterrado no tapete felpudo sustentando o meu peso para não amassar as curvas dela. Minha mão livre subiu pelo braço da Sky até pousar na bochecha corada, os nós dos meus dedos deslizando com calma pela maçã do rosto dela. O cheiro doce de banho misturado com o perfume natural do corpo da ruiva me embriagava inteiro.
— Você é tudo o que eu sempre quis nesta vida, Sky. Eu te amo até os ossos.
O brilho castanho nos olhos dela transbordou. Ela passou as palmas das mãos pelas laterais do meu pescoço nu, arrastando as unhas pela minha pele até segurar o marcador que ainda estava preso entre os meus dedos.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário