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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 394

POV/ ROCCO

Estiquei o braço no tapete, puxei minha cueca boxer preta e vesti a peça de volta em um movimento rápido.

Ficar completamente pelado daquele jeito já estava passando dos limites. Meu pau estava duro, latejando e batendo contra o abdômen sem a menor vergonha. Se eu continuasse daquela forma, ia acabar vazando na frente dela antes mesmo de tocar na ruiva.

Ajeitei o elástico na cintura e sentei de novo no chão.

— Melhor assim — resmunguei, puxando o ar. — Pelo menos mantenho alguma decência enquanto acabo com você.

Sky deu uma risadinha provocante, mantendo os seios soltos bem na minha direção:

— Covarde. Não aguentou a pressão.

— Puxa a carta, Bittencourt.

Ela estendeu os dedos pequenos e virou a carta do monte: um cinco de ouros.

Soltei o ar com gosto e virei a minha: um valete de copas.

— Ganhei — avisei na mesma hora, saboreando a vitória.

Sky me encarou com os olhos castanhos brilhando de expectativa. Ela levou as mãos às laterais do quadril, tocando o elástico fino da calcinha preta:

— E o que o senhor manda? Quer que eu tire a calcinha de uma vez?

— Não! — respondi rápido demais, quase me engasgando. — De jeito nenhum. Nem encosta nessa calcinha agora, senão eu perco o resto do meu controle e essa brincadeira acaba antes da hora.

Ela tombou a cabeça para o lado, achando graça do meu desespero:

— E o que você quer fazer, então?

— Vou te marcar como minha propriedade.

— Como assim?

Não respondi. Levantei do tapete, caminhei descalço até o móvel de madeira escura abaixo da televisão e abri a primeira gaveta. Remexi as coisas até encontrar o que procurava: dois marcadores pretos permanentes, daqueles de escrever em disco e plástico.

Voltei para o centro da sala e me ajoelhei entre as pernas abertas da Sky.

Tirei a tampa do primeiro canetão com os dentes e segurei a coxa grossa dela com a mão esquerda, sentindo a carne macia e quente sob a minha palma.

— Agora eu vou deixar registrado o que é meu — avisei, olhando no fundo dos olhos dela.

— É mesmo? — ela provocou com a voz mais baixa, mas o corpo dela estremeceu quando encostei a ponta de feltro na pele clara.

Apoiei a ponta da caneta na parte interna da coxa direita dela, bem perto da barra da calcinha de renda, e comecei a desenhar letras grandes e firmes:

ROCCO.

A tinta preta se destacava contra a alvura da pele dela. A ruiva soltou um suspiro entrecortado, o peito farto subindo e descendo com força, os mamilos durinhos reagindo ao toque gelado do marcador. Fiquei alguns segundos encarando aquela visão: a curva das pernas dela, a dobrinha suave da barriga livre e o meu nome gravado na carne macia daquela mulher. Era uma imagem que quase me fazia perder a cabeça.

Tampei a caneta com um estalo seco.

— Sua vez de perder de novo — entreguei o baralho para ela.

Sky embaralhou com pressa, querendo a revanche. Ela virou a carta dela primeiro: uma dama de ouros.

Virei a minha com confiança: um mísero três de paus.

A ruiva abriu um sorriso triunfante de orelha a orelha:

CAP. 420 -  ROCCO & SKY - SKY & ROCCO 1

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