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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 385

POV/ ROCCO

Chupei. A língua rápida no clitóris, os dedos fodendo, a buceta puxando, apertando, o óleo, o gosto dela, o som molhado entre as coxas abertas. Mordei a virilha. Voltei. Língua larga em tudo. Clitóris. Entrada. Lábios. Dedo no clitóris, pressionando, enquanto a língua fodia dentro. Ela gritou. As algemas. O metal. A cabeça pendendo, a garganta à mostra, a boca sem som um segundo.

O segundo veio em cima do primeiro.

O corpo bambo. As pernas tremendo inteiras nos estribos. A buceta dela, deu um aperto desorganizado, molhando a boca de novo, escorrendo pelo queixo, pela bunda, pelo couro. Sky chorou. Alto. Um choro no peito, as bochechas que eu não via, a venda, a trança, os seios puxando os prendedores a cada espasmo. Continuei. Mais um pouco. A língua no clitóris, devagar agora, puxando o resto. Ela implorou. Xingou. Gemeu. O quadril tentou fugir e não teve pra onde.

Aí parei.

A boca molhada. O queixo. Os dedos saindo devagar, a buceta puxando, não querendo soltar. Ela latejava. Aberta. Destruída da cintura pra baixo. Sem desmaiar. Respirando feio, o peito subindo, a corrente dos prendedores tremente.

Fiquei agachado. Olhando. O pau latejando na calça, o big black duro pra caralho, a cabeça já molhada por dentro do tecido.

— Porra — falei, a voz baixa, a mão na coxa dela, o polegar longe da buceta de propósito. — O big black tá doido pra entrar. Você sabe. Mas agora eu tava fazendo a minha felicidade.

Sky soltou um riso quebrado, sem ar, a boca ainda aberta, a venda molhada.

— Filho da puta…

Subi. Curvei sobre ela. A boca dela. Beijei. Fundo. O gosto dela na língua dela. Ela gemeu no beijo, mole, tentando acompanhar. A mão no seio, no prendedor, apertando de leve. A outra no queixo, sustentando a cabeça pendida.

Tirei a boca um centímetro.

— Dois. — Falei no lábio dela. — E eu ainda não te fodi.

Ela engoliu. Sem graça. Sem piada de outro homem. Só a respiração, a venda, a buceta latejando no ar frio, aberta pra mim.

Afastei a boca dela.

Sky ficou no couro com a respiração feia, a venda molhada no canto, a trança torta no ombro, os prendedores puxando o peito a cada vez que o ar entrava. A buceta latejava no aberto. Vermelha. Escorrendo. Os estribos segurando as coxas grossas. Os pulsos acima da cabeça. A cabeça pendendo no côncavo. Sem mão. Sem chão. Sem como fechar.

Abri a calça.

O pau saiu pesado. Grosso. Duro pra caralho. O big black latejando na minha mão, a cabeça já brilhando. Sky virou o rosto no vazio, vendada, sentindo o som do zíper, o ar, o calor de eu ter saído de cima dela.

Fiquei entre as pernas abertas.

Passei o pau em cima da buceta.

Não enfiei. Arrastei. A cabeça grosso nos lábios inchados, no óleo, no gozo dela, no clitóris sensível. Sky arqueou inteira, um gemido rouco, o quadril tentando subir no couro. O pau deslizou. Molhado. Quente. A buceta se abrindo sozinha em volta da cabeça, pedindo. Passei de novo. Mais devagar. O tronco inteiro esfregando, a virilha dela suja na minha, o big black pesado demais em cima daquela carne latejante.

Ela choramingou.

Encostei a cabeça na entrada. Um pouco. Só a ponta. A buceta esmagou na hora, quente, puxando, tentando engolir. Sky soltou o ar num fio.

Enfiei mais um pouco.

Tirei.

— Deixa— ela soltou, a voz quebrada, a boca aberta pro teto. — Deixa. Deixa.

Passei de novo por cima. A cabeça no clitóris. Ela tremeu. Enfiei a ponta. Tirei. A buceta piscou, vazia, escorrendo no couro.

— Rocco— porra— deixa—

CAP. 411 - — O big black tá doido pra entrar. Você sabe. Mas agora eu tava fazendo a minha felicidade. 1

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