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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 386

POV: ROCCO BLACKWOOD

Desci da mesa e fui até o rosto dela. Tirei a venda com cuidado, os dedos atrás da cabeça para não puxar a trança, e os olhos castanhos da Sky apareceram marejados, as pestanas molhadas, as bochechas quentes. Ela me olhou de cabeça para baixo, a boca ainda inchada, o cabelo ruivo cor de fogo caído no ombro, e não restava nenhuma graça naquela cara. Beijei aquela boca com fome, fundo, e o gosto que encontrei era o dela misturado com o meu.

Sky gemeu dentro do beijo, mole demais para acompanhar direito, a cabeça pesada na minha mão, e eu apertei o seio enquanto a beijava, sentindo ela choramingar contra a minha boca. Beijei de novo, mais sujo, dente no lábio inferior, e a língua dela veio quente ao encontro da minha.

Afastei só o suficiente para respirar nela e voltei para o meio das pernas.

O pau pesava na minha mão, grosso, molhado da boca dela. Passei a cabeça pelos lábios da buceta, abrindo devagar, e Sky me olhou por cima do peito, cansada, louca, os castanhos presos em mim.

— Rocco…

Enfiei.

Fundo. Sem pressa e sem piedade. A buceta esmagou o pau inteiro de uma vez, quente, apertada, molhada demais, ainda pulsando do oral, ainda sensível, a parede interna puxando cada centímetro até a raiz. Sky gritou. As pernas puxaram os estribos. O peito arqueou contra as algemas. Fiquei enterrado nela sentindo aquela buceta inchada me apertar o caminho inteiro, quente demais, como se quisesse me segurar lá dentro, e apertei as coxas dos dois lados, os dedos afundando na carne.

Comecei a foder.

Devagar primeiro, fundo, cada estocada até o colo bater nela, até o som molhado encher o quarto vermelho. Puxava quase inteiro — a cabeça ainda dentro, a buceta puxando, tentando não deixar — e enfiava de novo, grosso, abrindo, sentindo a parede interna esmagar o pau o caminho inteiro. Sky chorou de verdade, um gemido comprido, a boca aberta, a cabeça no côncavo, os olhos castanhos tentando me achar.

— Me olha.

Ela olhou, marejada, a boca inchada, a pele branca, o azul-marinho torto no peito, e eu fodi mais fundo com o quadril batendo, a buceta chupando cada centímetro. Apertei a cintura e puxei ela contra mim no couro, o pau sumindo. Uma palma na coxa de dentro. O estalo. Ela gritou. Outra. A carne quente. Fodi forte agora, o couro reclamando, o metal dos estribos cantando, o som molhado ficando nojento e lindo, a virilha dela batendo na minha.

— Porra… Rocco… assim…

Abaixei o tronco, a boca no seio, dente na carne ao lado do metal, e ela arqueou. Chupei em volta. Continuei fodendo. A mão na outra coxa, apertando, segurando ela aberta embora o estribo já fizesse isso. O pau grosso ia e vinha, a buceta esmagando, molhando, um fio escorrendo pelo couro, pela bunda dela, e eu acelerei.

Fodi forte.

Cada estocada um soco molhado no fundo. Sky gritava, gemia, xingava, os seios pulando, a trança ruiva bagunçada no couro. Segurei a cintura com as duas mãos e bati o quadril nela, o pau inteiro, o colo na buceta inchada, o barulho estalando. Ela não recuava. Não tinha para onde. Eu fodia e ela recebia, a buceta apertando, quente, sugando.

— Você é gostosa pra caralho — falei na coxa, a voz rouca, fodendo. — Deliciosa. Eu não me canso. Seu gosto. Essa buceta. Você me deixa maluco.

Ela chorou um sim, as mãos fechadas nas algemas, os pés sem chão. Passei a língua na coxa de dentro, mordi, voltei a foder. Palma na bunda, o quanto a posição deixava, o estalo molhado na carne ainda marcada de ontem. Sky soltou um “porra” quebrado. Enfiei fundo e fiquei, o pau pulando dentro, a buceta apertando em volta, latejando.

Tirei quase inteiro e enfiei de uma vez.

Ela gritou.

Fodi assim, forte, fundo, a mão na barriga dela descendo até o polegar achar o clitóris enquanto o pau ia e vinha. Sky se desfez. O corpo mole no couro, as coxas tremendo nos estribos, a boca aberta, e a buceta esmagou o pau num aperto desorganizado, um orgasmo em cima da foda, molhado, ela chorando meu nome, os olhos revirando um segundo. Continuei fodendo por cima disso. O som piorou. Mais molhado. Ela pediu nela mesma, um fio de voz, e eu não parei ainda, mais um pouco, fundo, a buceta hipersensível puxando, ela gemendo sem formar palavra.

CAP. 412 - — Você é minha.  Minha. Só pensa em mim. Só precisa de mim. 1

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