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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 380

POV/ ROCCO

O corpo inteiro travou. Os olhos reviraram. Um jato quente, forte, molhou a barriga dela, a virilha, a minha, o lençol preto escurecendo de uma vez. A buceta milking, pulsando, esguichando em volta do pau enquanto eu fodia por cima, sem parar, cada estocada puxando mais. Sky chorou alto, a voz quebrada, as pernas bambas, o corpo tremendo inteiro — um orgasmo feio, molhado, descontrolado. O squirt continuou. Outro jato. A barriga brilhando. A virilha encharcada. As coxas molhadas. O lençol uma poça.

Enfiei o pau de novo e continuei fodendo.

Ela gritou. Gritou. Gritou. A buceta esmagou o pau — depois do orgasmo, pior, mais apertada, mais descontrolada, milking cada centímetro como se quisesse me arrancar. Apertei os seios com as duas mãos, grosso, puxei ela para frente pelo peito, o corpo mole vindo contra o meu, e enfiei fundo, fundo, fundo, o colo batendo, o som molhado piorando. A mão subiu. Segurei o rosto dela. O queixo. A bochecha vermelha na palma. Beijei a boca aberta, suja, chorando.

— Pelo amor de Deus— para— para— para—

Não parei.

Fodi nisso. No squirt. Na poça. O pau grosso abrindo a buceta inchada, esmagada, escorrendo em volta. O som ficou nojento. Mais molhado. Cada estocada um chapote, a virilha dela batendo na minha, a barriga molhada esfregando na minha. Ela revirou os olhos de novo, a boca aberta, um choro sem som, o corpo mole demais para aguentar e ainda assim apertando, esmagando o pau, gozando. As pernas bambas. O cabelo vermelho uma bagunça no preto. As bochechas vermelhas. A saliva no canto da boca.

— Que delícia— ela soltou, rouca, destruída. — Rocco— porra— para—

Apertei a bunda. Puxei. Enfiei. Apertei o seio. Beijei. Fodi forte. O colchão reclamando, a cama na parede, ela chorando e gozando e pedindo para parar no mesmo fôlego.

Não parei.

— Olha para mim.

Não conseguiu. Os olhos brancos um segundo, depois o castanho perdido, as bochechas vermelhas, o cabelo bagunçado, a saliva no canto da boca. Linda. Destruída. Minha.

Tirei o pau.

Ela soltou um barulho ofendido, vazia, a buceta piscando, escorrendo, o lençol já uma poça. Segurei a coxa aberta. Bati na buceta. Uma. O estalo molhado. Ela gritou, o quadril pulando. Bati de novo. Na buceta inchada, vermelha, sensível. Sky chorou, as mãos fracas tentando fechar as pernas, e eu abri, bati de novo, o clitóris, os lábios, a carne molhada. Outra. O estalo. Ela chorou mais alto, as bochechas vermelhas, o cabelo bagunçado colado na testa.

— Para— Rocco— por favor—

Enfiei dois dedos.

Fundo. Curvos. A buceta esmagou os dedos do mesmo jeito que esmagava o pau — quente, inchada, latejando, apertada demais depois de gozar. Fodi com a mão. Rápido. Fundo. O calcanhar da palma no clitóris. Sky arqueou inteira, um “não” chorado, e squirtou de novo. Mais forte. O jato bateu na minha barriga, escorreu pelos pulsos, molhou o peito dela, a virilha, o lençol. Os olhos reviraram. O corpo bambo. Tremendo inteira. Um choro no peito, as bochechas vermelhas, o cabelo vermelho uma bagunça molhada no preto. Ela gozou nos meus dedos, a buceta puxando, milking, e eu não tirei. Continuei. Mais fundo. Os dedos curvados, o calcanhar no clitóris, a outra mão esmagando o seio, o polegar no bico. Ela implorou. Chorou. As pernas se debatendo fracas.

— Para— eu não aguento— Rocco— para, para—

— Aguenta.

Tirei os dedos. Entrei de novo com o pau.

Uma estocada só, até o fundo, a buceta molhada demais, larga e ainda assim esmagando. Sky gritou no meu ombro. Apertei a bunda com as duas mãos, os dedos afundando na carne marcada, puxei ela contra mim, e fodi forte. O colchão. O som. A barriga dela batendo na minha, encharcada, o squirt escorrendo entre nós, a virilha, o lençol. Beijei a boca. Ela mal beijava de volta, a língua mole, o choro no meio. Apertei os seios entre nós, o peito no peito, os bicos duros, e fodi mais fundo, mais curto, o pau grosso sumindo nela, a buceta esmagando cada centímetro.

Devagar um segundo. Fundo. Sentindo. Depois forte de novo. O quadril batendo. A bunda na minha mão. O seio na outra. A boca na dela.

— Eu sou louco por você — falei na boca dela. Sem discurso. Cru. — Maluco. Você entendeu?

Ela chorou um sim. As unhas nas minhas costas. As pernas na minha cintura, fracas, me puxando mesmo assim.

— Eu te amo.

— Eu também— porra— Rocco—

Sorri contra a boca. Empurrei mais fundo. A buceta esmagou. Apertei o seio. Apertei a bunda. Beijei. Fodi. Ela gozou de novo — fraca, um aperto desorganizado, um choro no meu lábio, o corpo inteiro mole, tremendo, os olhos fechando, as bochechas vermelhas, o cabelo bagunçado. Eu fodi por cima do orgasmo. Forte. Fundo. A mandíbula travada. O pau inchado, pesado, no limite. Apertei a bunda. Apertei o seio. Beijei a boca aberta. E gozei dentro.

Quente. Fundo. Enterrado. Um grunhido no cabelo vermelho, as mãos cravadas no lençol, o corpo travando enquanto eu enchia ela, jato fundo, a buceta milking cada gota, esmagando, puxando. Sky ofegava, a cabeça caída, um som pequeno, rendido, sentindo eu gozar nela. Fiquei. O pau latejando dentro. Empurrei mais um pouco. Mais fundo. Outro jato. Ela choramingou, a buceta apertando, recebendo.

Fiquei.

O pau latejando dentro. Ela molhada demais, o squirt ainda escorrendo entre nós, a barriga, a virilha, o lençol preto destruído. Beijei a boca. Devagar agora. A mão no seio, apertando menos, o polegar no bico. A outra na bunda marcada. Beijei de novo. A boca. O canto. O pescoço. Voltei na boca.

Tirei.

CAP. 405 - — Eu sou louco por você — falei na boca dela. Sem discurso. Cru. — Maluco. Você entendeu? 1

CAP. 405 - — Eu sou louco por você — falei na boca dela. Sem discurso. Cru. — Maluco. Você entendeu? 2

CAP. 405 - — Eu sou louco por você — falei na boca dela. Sem discurso. Cru. — Maluco. Você entendeu? 3

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