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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 379

POV: ROCCO BLACKWOOD

— Rocco… Rocco, eu vou… de novo…

— Vai. — Empurrei fundo e fiquei, o pau pulando dentro, a mão na garganta por baixo, o polegar no maxilar. — Goza no meu pau. Sem eu ter te dado ainda não valia. Agora vale.

O aperto veio desorganizado. A buceta dela milking, puxando, um orgasmo cansado, molhado, o corpo mole demais para gritar direito — um choro no peito, as pernas se debatendo fracas, os olhos fechados. Eu fodi por cima disso. Curto. Fundo. A mandíbula travada. O pau inchado, pesado, no limite.

Tirei.

O ar frio. Ela soltou um barulho ofendido, vazia. Segurei o pau com a mão, duas, três puxadas, e gozei nas costas dela.

Grosso. Quente. Nas marcas da palma. Na cera. Na coluna. Um jato na curva da bunda, escorrendo para a renda. Outro. O corpo inteiro travou, um grunhido no cabelo vermelho, a mão ainda no quadril dela para ela não balançar para longe. Sky ofegava, a cabeça caída, o meu porra brilhando na pele branca sob a luz vermelha.

Fiquei olhando.

Minha.

Destravei a roldana.

Desci ela devagar. O corpo mole foi ao tatame em etapas — joelhos, coxas, peito. A corda folgou. A Sky ficou de bruços, tremendo, o cabelo vermelho no couro preto, as minhas costas pintadas nela. Ajoelhei. Tirei o mosquetão. Desfiz os tornozelos primeiro, depois os pulsos, conferindo os dedos, a cor, o formigamento. Ela soltou um gemido quando os braços voltaram para a frente, mortos, formigando.

— Formigou?

— Tá… formigando. — A voz era um fio. — Não para.

Beijei a palma da mão dela. Massageei os dedos. Depois a levantei no colo. Ruiva. Mole. Lingerie torta. O meu gozo nas costas, quente ainda. O sutiã vermelho. As meias. O cheiro de sexo e cera.

Levei até a cama baixa do canto.

Joguei ela.

Não deitei. Joguei. O corpo mole bateu no lençol preto, o cabelo vermelho espalhou no travesseiro, as coxas ainda abertas do jeito que eu deixei. Sky soltou um som quebrado, os olhos castanhos tentando achar o teto, a boca entreaberta, as bochechas já vermelhas. Fiquei em pé um segundo só olhando. Lingerie torta. Sutiã vermelho puxado. A renda da calcinha no meio da buceta. As meias. O meu gozo ainda brilhando nas costas dela, escorrendo para o lençol.

Subi na cama.

Puxei o sutiã vermelho para baixo de uma vez. Os seios soltos. Pesados. Os bicos rosados, duros, marcados da corda. Apertei os dois com as mãos. Grosso. Os dedos afundando na carne, a palma esmagando, o polegar nos bicos, torcendo. Ela arqueou, um gemido no peito, e eu apertei de novo, mais forte, juntando os seios, amassando, o polegar girando nos bicos até ela choramingar.

— Rocco—

A boca dela. Peguei. Beijo fundo. Língua. Dente no lábio inferior. Ela tentou acompanhar e não deu conta, a boca mole, o gosto de saliva e choro. Beijei de novo. Mais sujo. A língua fundo, o queixo dela na minha mão, a boca aberta porque eu quis. A mão direita ainda esmagando o seio, o polegar no bico, apertando, soltando, apertando de novo. A esquerda desceu pela barriga, pela virilha quente, até a calcinha torta. Puxei o tecido para o lado. A buceta inchada. Vermelha. Escorrendo. Sensível demais — ela tremeu só do ar.

Beijei de novo. A boca. O canto. O pescoço. Voltei na boca. Apertei o outro seio, grosso, os dedos afundando, o bico entre o indicador e o polegar, torcendo até ela soltar um som no meu lábio.

— Olha para mim.

Olhou. Cansada. Linda. As bochechas vermelhas. O cabelo bagunçado no lençol.

Abri as coxas com o joelho. O pau já estava duro de novo, grosso, a cabeça brilhando. Encostei. Ela soltou um barulho ofendido, o quadril recuando sozinho. Segurei o quadril. Segurei o seio. Beijei a boca aberta.

CAP. 404 -  LOUCURAAAA 1

CAP. 404 -  LOUCURAAAA 2

CAP. 404 -  LOUCURAAAA 3

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