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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 378

POV: ROCCO BLACKWOOD

A voz já estava outra. Mais fina. Molhada.

Levantei o rosto o bastante para ver o perfil dela. Boca aberta. A trança colada na têmpora. Os olhos castanhos sem foco, o branco aparecendo um segundo demais. O peito batendo contra o arreio, rápido, errado.

Beijei a parte de dentro da coxa. A pele tremeu nos meus dentes. Voltei para a buceta rosada como se ela tivesse me xingado.

Terceira.

Puxei a renda mais para o lado. Os lábios carnudos estavam inchados, abertos, brilhando até a virilha. O clitóris saltado, vermelho, latejando contra o ar. Enfiei o polegar e abri ela. A entrada se fechou no vazio, um aperto cego, pedindo o que eu ainda não ia dar.

Liguei o vibrador de novo. Colado no clitóris. Baixo primeiro. Ela choramingou, a coxa tentando fechar na minha orelha. A corda segurou. Eu puxei o joelho para fora com a mão e pus a boca.

Língua fundo. O gosto dela mais forte agora, quente, molhado demais. Chupei os lábios. Enfiei a língua, tirei, enfiei. O vibrador no botão. Sky soltou um som que não era palavra. O quadril deu um tranco na roldana e voltou na minha cara.

— Rocco… não… eu acabei… eu acabei…

Não tinha acabado. O corpo dela é que não sabia mais a diferença.

O tremor começou na barriga. Subiu. As coxas bateram dos dois lados da minha cabeça, tentando se fechar, me esmagar, me tirar dali. Os pés no ar se debateram, os tornozelos puxando a corda das costas. Eu segurei o quadril com uma mão, cravado na carne marcada, e não saí.

A buceta pulsou na minha língua.

Uma vez. Forte. Depois outra, em sequência, aquele aperto molhado sugando, soltando, sugando. Sky gritou. O grito quebrou no meio. Os olhos reviraram, o pescoço esticou, a boca aberta sem som por um segundo inteiro — só o corpo trabalhando, a buceta se contraindo na minha boca, um fio quente escorrendo no meu queixo.

Aí o som voltou. Choro. Alto. Feio.

— Me fode… caralho, Rocco, me fode… eu não tenho mais… eu não…

A voz foi embora no fim. Sobrou um sopro. O corpo se debateu nas cordas, a corrente balançando, a bunda tremendo na minha cara, as unhas no nada atrás das costas. Eu suguei o clitóris com a boca inteira, o vibrador preso, e segurei ela no orgasmo até as pernas amolecerem, até o grito virar soluço, até o quadril só dar uns pulos pequenos, involuntários, como se o nervo ainda não tivesse entendido que já tinha acabado.

Desliguei o vibrador.

O silêncio pesou.

Sky ofegava. Chorava baixo. A buceta inchada, aberta, brilhando, ainda se contraindo no ar, vazia. Passei a língua uma última vez, de baixo para cima, lenta. Ela soltou um barulho de quem ia quebrar. A coxa deu um espasmo e caiu mole na amarração.

Beijei a marca da palma na nádega.

Levantei. Os joelhos doíam. O moletom estava manchado na frente, o pau tão duro que doía a barriga, a cabeça latejando contra o tecido. Passei a mão na boca. No queixo. No gosto dela.

Fui até o rosto da ruiva. Segurei o queixo. Castanho marejado, sem foco. Boca vermelha. Um fio de saliva.

— Três. Na minha boca. Sem eu ter te fudido ainda.

CAP. 403 - — Me fode… caralho, Rocco, me fode… eu não tenho mais… eu não… 1

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