Valéria já estava com o celular levantado, filmando bem de perto.
Ivânia soltou um riso de desdém, empurrando as duas para o lado.
Então, com um movimento rápido, ela agarrou o pulso de Valéria, tomou seu celular, puxou seu cabelo e enfiou sua cabeça com força na pia cheia de água.
Valéria se debateu violentamente, sufocando, mas a mão de Ivânia a segurava firmemente pelo pescoço, tornando impossível escapar.
Graciele e as outras, ao verem a cena, correram para ajudar.
— Vadia, você se atreve a revidar? Quem você pensa que é? — Flávia foi a primeira a atacar, tentando dar um tapa em Ivânia.
No entanto, ela não conseguiu tocar em um fio de cabelo de Ivânia antes de ser chutada com força no estômago, voando para o outro lado do banheiro.
Flávia bateu na parede, ficou tonta e demorou a se levantar.
Em seguida, foi a vez de Letícia.
Ivânia chutou seu joelho, e Letícia caiu de joelhos diante dela, incapaz de se levantar.
Graciele, sendo mais esperta, não se aproximou de Ivânia, mas a ameaçou:
— Ivana, você enlouqueceu? Solte a Valéria agora, ou papai e mamãe não vão te perdoar.
— Soltá-la? Claro. — Ivânia riu, puxando Valéria da água pela nuca.
Valéria, pensando que Ivânia havia cedido, respirou fundo algumas vezes e começou a xingar:
— Ivana, você se atreve a enfiar minha cabeça na água? Você me paga, vou mandar te pegarem, sua prostituta vagabunda... Argh...
Antes que Valéria pudesse terminar, Ivânia enfiou sua cabeça na pia novamente.
Valéria se debateu de novo, com mais violência.
Ivânia observou friamente sua luta e, quando ela estava prestes a sufocar, a tirou da água.
O rosto de Valéria estava pálido e seus lábios tremiam.
Ela aprendeu a lição e, em vez de xingar, começou a chorar e a implorar:

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