— Então publique o vídeo na internet, deixe que todos vejam por quantos homens essa vadia já passou. — Henrique disse isso e jogou a ponta do cigarro no chão de cimento áspero, apagando-a com um pisão forte.
— Só quando ela estiver arruinada é que deixará de ser uma ameaça à posição de Zenobia como Sra. Ortega.
— Irmão, você é realmente devoto à irmã Zenobia. Uma pena que a saúde dela seja frágil, papai e mamãe jamais deixariam você se casar com ela. Ai... — suspirou Carlos.
— Independentemente de eu me casar com ela ou não, em meu coração, ela é minha esposa. — Henrique disse friamente, lançando um olhar indiferente para Ivânia, que permanecia caída no chão.
— Chega, se vocês querem brincar, aproveitem o tempo. O Sr. Ortega é muito capaz, provavelmente não vai demorar para nos encontrar.
Carlos: — Por que ela ainda não acordou? Brincar assim não tem graça nenhuma, parece necrofilia.
Henrique: — Então acorde ela.
Assim que Carlos falou, um de seus homens trouxe um balde de água fria. Receber um banho desses não seria nada agradável.
Por isso, antes que a água fosse jogada, Ivânia sentou-se e olhou para eles com um olhar gélido.
Henrique e Carlos, os dois irmãos, ficaram visivelmente surpresos.
— Já estava acordada? Parece que eu subestimei você — riu Henrique.
— Fui eu quem subestimou o Sr. Damasceno. Mesmo falido e fugindo, sua cabeça ainda está cheia de imundícies. A maneira de vocês lidarem com mulheres é humilhar seus corpos e destruir sua pureza? É tão baixo e nojento. A família Damasceno já foi uma linhagem nobre, como pôde criar dois vermes como vocês? — disse Ivânia com ironia.
Henrique franziu a testa e depois soltou uma risada fria.
— Você tem a língua afiada mesmo. Espero que sua boca continue dura quando estiver sendo usada por tantos homens.
Henrique fez um sinal para Carlos.

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