Sérgio não podia mentir para proteger Graciele, então permaneceu em silêncio com uma expressão fria.
Yasmin, por outro lado, suspirou e perguntou, incrédula.
— Graciele, por que você tentou incriminar sua irmã?
— Eu... eu... — Graciele, em pânico, não conseguia falar, gaguejando.
Ela não esperava que seu truque, que sempre funcionava, fosse descoberto.
Ivânia riu com desdém e continuou a zombar.
— Graciele, se você tivesse coragem de pular do telhado, eu até te respeitaria por sua audácia. Mas apenas alguns degraus? Isso só enganaria os tolos.
Sérgio, Yasmin, Hugo e Tomas: "..."
Sentiram-se insultados novamente.
Graciele, sem ter o que fazer, começou a chorar alto.
— Desculpe, buá, buá, papai, mamãe, Hugo, me desculpem. Eu só estava com muito medo. — Graciele chorava com o rosto pálido, parecendo extremamente lamentável.
— Eu tinha medo de que, com a volta da minha irmã, vocês não me amassem mais. Mas eu amo tanto meus pais e meu irmão, não quero perdê-los...
Graciele revirou os olhos, como se estivesse prestes a desmaiar de tanto chorar.
— Graciele! — Gritou Sérgio, abraçando-a.
— Graciele, o que aconteceu? Não assuste a mamãe. — Yasmin também estava com o coração partido, prestes a chorar.
Hugo e Tomas também se aproximaram, preocupados.
Graciele, nos braços de Sérgio, recuperou a consciência lentamente.


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