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Procura-se Uma Noiva romance Capítulo 32

Amélie Petit

Conseguia sentir a preocupação do Tom com o que estava acontecendo na mesa ao lado, por sorte Jacques estava sentado de costas e não conseguia olhar em nossa direção.

Mas a mulher loira de olhos azuis e com um brilho no olhar tão assustadores como o do Jacques, não tirava os olhos de cima de mim, o que começou a me assustar e principalmente o Tom. Assim que chegarmos no apartamento, retirarei dele o que ele sabe, ou pelo menos o que está suspeitando.

Laura estava aproveitando cada momento com o Kevin que ela podia, já que pelo que entendi, ele teria que viajar para a escócia no noite seguinte para procurar algo que levou as contas da empresa até lá.

Ainda não era nem nove da noite e já começava a sentir sono. Assim que Jacques se retirou com a sua convidada, o clima ficou mais leve e sentia que o Tom ficou um pouco menos despreocupado com o que estava acontecendo.

Nos despedimos de nossos amigos e tentamos sair do restaurante sem chamar atenção, porém, parece haverem passado mel sobre a gente, já que os paparazzi grudam na gente até realmente chegarmos na avenida.

Cruzei as pernas segurando o terno do Tom no me colo e me virei de frente para vê-lo dirigir em direção ao apartamento. Conseguia ver que a linha de seu maxilar estava travado e não era devido à perseguição dos jornalistas, até porque ele, sendo quem é, já está acostumado com toda essa exposição.

Passeio com os dedos por seu ombro enquanto percebia que um sorriso se formava em seu rosto, notei que seus músculos começavam a ficar ainda mais tensos e uma ereção sutil surgia ali. Não consigo manter minhas mãos longe dos botões da sua camisa, ouvi um silvo baixo.

Não deixo de perceber que ele diminui a velocidade do carro enquanto se ajeita no banco, deixando a calça um pouco mais solta para me divertir com ele.

— Amélie, querida, se você não por meu pau na sua boca até chegarmos em casa, céus te deixo sem gozar até o nosso casamento. — Começo a rir da sua ameaça.

Ao mesmo tempo que sinto um alvoroço no meu baixo ventre na expectativa do que faremos assim que chegarmos em casa, porque tenho certeza que hoje ele vai me revirar ao avesso.

Espero que ele mude, se acomode melhor no carro, dirige segurando o volante apenas com uma mão enquanto solto o seu cinto para abrir a sua calça e dar uma experiência para esse safado que está querendo se divertir.

Mantenho os olhos no seu rosto enquanto retiro todo o tecido que cobria a sua ereção, ouço suspirar quando meus dedos tocam em sua glande lubrificada com seu líquido pré-ejaculatório. Deslizo o indicador por sua glande e trago até minha boca para não desperdiçar nenhuma parte do seu prazer.

— Apenas dirija e não nos mate… — Digo enquanto me acomodo.

Seguro na sua base massageando devagar para que ele possa relaxar ainda mais, passo a língua por toda a sua cabeça rosada e sorrio vendo enquanto ele pulsa na minha mão, exigindo toque e mais atrito.

Como uma boa menina coloco a metade da sua ereção e sinto a sua mão segurando em meus cabelos para conduzir um ritmo prazeroso para ele, relaxo a minha garganta para conseguir por todo na boca.

Sinto os movimentos do carro ficando cada vez mais lentos, enquanto as suas pernas ficavam tensas, comecei a masturbá-lo lentamente. Tom estava quase a ponto de gozar, precisava me satisfazer também, sentia tesão pelo que estávamos fazendo, a adrenalina por estarmos em uma rua movimentada ouvindo meu homem gemendo o meu nome.

— Amor… — Sinto o carro parando. — Céus, preciso gozar na sua boca.

Não conseguia ver, mas ele parou o carro no acostamento ao lado do arco do triunfo, sua mão conduzia meus movimentos e velocidade, sentia o seu abdome com pequenos espasmos e estava adorando em vê-lo assim.

Quando o primeiro jato de seu gozo tocou a minha língua, a sensação de vitória foi maravilhosa, suguei cada gotinha que ele estava liberando, deitei a cabeça na sua coxa e limpei o meu lábio inferior que tinha um pouco de esperma, coloquei a língua para fora e limpei o dedo de forma sensual.

— Espero que tenha mais, porque quero mais assim que chegarmos em casa. — Digo para o homem que estava com uma fisionomia relaxada.

— Pode ter certeza que sim. — Ele diz, tocando na minha bochecha.

O vejo arrumando a calça e volto a me sentar no banco do carona olhando os carros que passavam ao nosso lado, mesmo que tenha dado prazer a ele nesse momento, ainda sentia o quanto ele estava tenso ao meu lado e, o motivo de toda essa preocupação dele é Jacques Leclerc.

— Me diz o que está acontecendo, Tom, por favor! — Peço segurando em sua perna.

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