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Procura-se Uma Noiva romance Capítulo 27

Tommáz Walker

Não consigo encontrar nada que comprove um rouba na empresa, pelo menos não assim de cara. Tenho pressa, mas se o ladrão que está aqui pensa que desistirei do que tenho que fazer, ele estava redondamente enganado, retirarei todos os ratos da empresa a base da vergonha.

Olho para o relógio de pulso e noto que já está na hora do almoço, acho que posso pedir um almoço para mim e Amélie aqui no escritório, talvez seja até mesmo mais seguro aqui do que andar aí por fora.

Tenho que seguir os conselhos do meu pai, contratar uma equipe de segurança para mim e minha noiva, tenho uma sensação que Jacques não permitirá assim tão fácil a minha intromissão nos seus negócios.

Quando ia pegar o meu celular, recebo a visita mais linda que poderia esperar para o almoço, me aproximar da mulher fogosa que estava com a mesma peça de lingerie que usava na noite do Moulin Rouge me tirou o folego, ergo o corpo de minha mulher e caminho com ela até a borda da minha mesa, a sento ali.

Retiro a gravata que ela estava ainda segurando, solto o fecho do seu sutiã e retiro do seu corpo para poder ver aqueles seios lindos na minha frente, queria muito poder me divertir com ela aqui, mas sei que Suzane logo virá avisar que o meu almoço está me esperando.

Olho para o rosto da mulher que estou a cada dia mais apaixonado por ela e percebo o quão desejosa ela estava, havia algo em seu olhar que me fez ficar intrigado. Era como se ela estivesse festejando algo, mas não quero perguntar, quando for para saber ela mesma dirá.

Beijo os lábios já aumentando de tamanho pelo inchaço do nosso desejo e sorrio entre um beijo e outro. Deixo que minha calça desça e puxo minha ereção para fora do tecido que o restringia.

— Querida, segure-se… — Digo ao afastar a sua lingerie para o lado e conduzir meu pau por sua entrada.

— Mon Dieu, comme c'est délicieux. “Céus, que gostoso”.

A ouço falar em seu idioma, forço a minha entrada até alcançar o seu fundo, seguro por baixo de suas coxas, mantendo a suas pernas ainda mais abertas para mim.

Deixo que um urro de prazer saia de minha garganta enquanto faço amor forte e bruto com Amélie, respiro fundo sentindo suas paredes me estrangulando.

Umedeço o dedo indicador olhando para a mulher que acabou de se deitar completamente na minha mesa, segurando nas bordas para se manter no lugar enquanto entro e saio dela. Com o dedo molhado toco naquele lugar sensível avistando quando o seu corpo reage com o toque.

Deixo um sorriso de lado ao perceber que ela estava próxima ao seu orgasmo, pressiono o nervo cortando o fluxo sanguíneo e ganho um palavrão em francês de minha Ella, empurro o meu pau ainda mais fundo para que ela entenda que agora que manda sou eu e Ella.

O pensamento dominador faz com que meu peito tufe, com o sentimento de posse e de satisfação por vê-la sentindo prazer e gemendo implorando para que afunde ainda mais dentro dela.

Seu corpo estava completamente tenso se preparando para o orgasmo que se aproximava, ergo a sua perna esquerda e beijo a parte interna do seu tornozelo, deslizo com facilidade dentro dela quando sinto uma fisgada na base da minha coluna, olho para o mar cristalino que minha futura esposa tem no lugar dos olhos e deixo que meu próprio orgasmo a preencha, me movimento um pouco mais para que os últimos jatos.

Abro os olhos tentando controlar a minha respiração olhando para a mulher quase nua na minha mesa e posso ver que cenas assim serão a coisa mais corriqueira que teremos, sinto que todos os nossos filhos serão feitos nessa mesa, a ideia me tira uma risada e posso ver a curiosidade da minha mulher.

— Acho que iremos providenciar nossos herdeiros nessa mesa! — Digo para que ela não ficasse ainda mais curiosa.

— Talvez, nosso herdeiro já esteja aqui. — Ela diz tocando em seu ventre. — Se já estiverem, será a melhor notícia do mundo para mim.

— E para mim também. — Digo puxando ela ao encontro do meu peito e beijando os seus lábios.

— Vim para convidar você para o almoço. — Um sorriso indecente surge no rosto delicado de minha noiva.

— Aposto que desejou a sobremesa antes para abrir o apetite? — Pergunto ajudando a descer da mesa e a puxando para o banheiro que tenho na sala.

— Talvez precisasse de um estímulo para o almoço, enquanto estava apenas precisando sentir você dentro de mim. — A olho pelo espelho e sorrio para a pequena ninfeta que estava se limpando.

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