Amélie Petit
Qual mulher, não gostaria de receber flores quando seu marido chega em casa!
Assim que Laura me conta tudo o que aconteceu com ela e Kevin e como eles decidiram ter um relacionamento para a possível criança ter uma família me tirou altas gargalhadas.
Como se não conhecesse a minha amiga suficiente para saber que essa brincadeira de esconde-esconde a fez com que ela começasse a criar algum sentimento pelo homem que transou com ela e esqueceu o preservativo.
Agora a via se culpando por ficar pensando nas opiniões alheias de que ela possa estar aplicando o golpe do baú no sócio do Tom, mas pelo pouco que conheço das mães daqueles dois, tenho certeza que elas jamais pensariam nessa possibilidade. Até porque o falatório na família é que elas pediam por noras.
Quem diria que elas encontrariam de formas tão inusitadas como aconteceu, estou me tornando uma Walker através de um contrato e talvez minha amiga se torne uma Tremblay devido uma possibilidade de gravidez.
O tempo que fiquei sozinha me deu a oportunidade de pensar em tudo que estava acontecendo, não nego que o Tom é um homem apaixonante e o vejo se dedicando em me fazer sentir o mesmo que ele vem sentindo.
Não sai da minha cabeça que o Tom saiba que sou a mascarada, que algo dentro dele diz que sou a mulher que lhe disse não, mas que no momento de loucura e desejando ter um pouco de prazer o empurrou para um dos quartos o privando se ver quem estava com ele.
Minha cabeça também estava preocupada nas consequências de saber que ele interferirá no assunto com o Jacques, mas apenas de saber que estarei livre daquele homem que me causou medo é até um alívio. Mesmo sabendo que para conseguir me livrar daquele monstro tenho que aceitar me casar com outro homem.
Que homem, céus…
Sinto um calor começar a se formar entre as minhas pernas, umedecendo minha intimidade, ficando desejosa por seu toque, seus beijos e caricias, aperto uma perna na outra enquanto termino de fazer o nosso jantar e espero meu então marido chegar em casa. O pensamento de o considerar meu marido me tira uma risada, acredito que teremos um relacionamento tranquilo e faremos dar certo, até porque química nos temos.
Ele chega assim que consigo controlar um pouco mais o meu tesão, mas não deixo de ir receber meu marido que vinha com um pequeno buquê de rosas vermelhas, abro a porta de um dos armários e retiro um vaso que havia visto ali mais cedo, cuido das rosas com um sorriso no rosto e volto até as panelas para terminar o nosso jantar.
— Paguei o Leclerc! — Ouço e paraliso no lugar.
Sabia que ele falaria com ele e que faria o pagamento da dívida na qual nem mesmo minha era, apenas por isso o Tom e sua família tem meu carinho, pelo cuidado que estão tendo com a minha segurança.
Olho para o Tom que estava com seus olhos analisando a minha reação, suspiro e deixo as lágrimas que vinha prendendo no meu peito saísse livremente.
— Estou livre? — Pergunto olhando para os olhos azuis mais lindo que já vi.
— Sim, querida, jamais deixaria que ficasse presa a qualquer outro homem que não fosse eu. — Ouço a sua afirmação toda possessiva quando ele me puxa para seu peito.
Mantenho meu queixo erguido esperando pelo contato que sei que viria. Seu braço passar por trás de mim e desliga o fogo que estava ainda aquecendo o nosso jantar. Vejo o sorriso brotar em seu rosto perfeito, suas mãos vão para o meu quadril e me erguem do chão me encaixando em sua cintura.
— Já percebeu que a cada dez palavras que trocamos acabamos transando? — Digo entre um beijo e outro sentindo o sorriso dele.
— Mas não é isso que um casal recém-casado faz? Sexo! — Começamos a rir quando noto que estamos indo para o único móvel da casa. — Conseguiu providenciar a mobília?
Concordo com a cabeça enquanto ajudo a desabotoar a minha camisa, quando ele percebe que estava sem sutiã seus olhos brilham e não demora para capturar um e me dar prazer enquanto ele suga um dos mamilos e aperta o outro seio.
Deixo que meu gemido saia enquanto ele esfrega a sua pelve na minha intimidade, causando um onde de prazer. Meu desejo fala mais alto, empurro seu terno para fora de seus corpo e ajudo a retira a camisa branca de botões, o cinto da calça sai em uma facilidade incrível.
— Estou com saudade de seu corpo querida… — Seu gemido rouco me tira da razão.
Sua mão abre a zíper da calça e baixa a cueca, revelando a ereção que já estava pronta para deslizar dentro de mim. Mantenho meus olhos no dele enquanto sinto a sua invasão ofego sentindo minha musculatura se enlarguecendo para acomodar sua ereção que me desejava. Seus lábios grudam nos meus enquanto sentia seus movimentos de entrada e saída.
— Se entregue a mim… — Ele pedia sussurrando ao meu ouvido. — Seja minha Amélie.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Procura-se Uma Noiva
Alguém tem o livro completo ?...
Boa tarde... O resto da história, estava a adorar e do nada acabou......