— Vamos sair daqui primeiro. — Marcelo decidiu de imediato. O carro dele estava a poucos metros de distância. — Entrem no meu carro.
— Certo, entramos no carro e depois conversamos. — Fabiano concordou.
Os quatro moveram-se rapidamente em direção ao carro preto de Marcelo.
Aquela curta distância de algumas dezenas de metros pareceu uma travessia por um campo minado.
Todos apuraram os ouvidos, alertas a qualquer movimento ao redor.
Felizmente, até abrirem as portas e entrarem, o paparazzo parecia hesitar com alguma coisa; não disparou o flash novamente e nem apareceu.
Para o alívio de todos, o Cullinan que Marcelo mandou o motorista dirigir hoje tinha sete lugares, espaço suficiente.
O motorista ligou o carro rapidamente e saiu do estacionamento.
O veículo entrou no trânsito e, pelo retrovisor, na direção da saída do estacionamento, um carro cinza hesitou por um momento, mas também os seguiu.
— Continuam seguindo. — Fabiano viu pelo retrovisor com a testa franzida.
— Despiste-o. — Marcelo foi conciso. O motorista pisou levemente no acelerador e o carro mudou de faixa com agilidade, entrando numa ruela.
O motorista conhecia as ruas de São João como a palma da mão. Com algumas curvas e atalhos, despistou completamente aquele carro cinza.
Após confirmarem a segurança, a atmosfera dentro do carro finalmente relaxou um pouco.
— Ufa... Até que enfim os perdemos. — Nívea suspirou aliviada.
O carro parou por fim em frente a um restaurante chamado "Pavilhão de Jade".
O ambiente era elegante e tinha ótima privacidade; um lugar querido por muitas celebridades.
O próprio gerente os guiou até uma sala privada e silenciosa.


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