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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 242

Capítulo 242 — Aposentadoria Suspensa

Christopher Lawson

Dominic seguiu para o presídio estadual, os caras e eu voltamos para casa. Mais tarde tínhamos o encontro com o Snake; precisávamos da ajuda dele para colocar as mãos no maldito do David. Dom conversou com ele também sobre colocar gente dentro do presídio para ajudar o José a manter a segurança do Atlas. E confesso que o cara consegue ser mais rápido que eu: em minutos ele já tinha o tal do “Gigante” pronto para o que fosse preciso lá dentro.

No caminho, liguei para o Jay e o mandei vir para meu apartamento para acertarmos tudo sobre a noite. Agora, ele está na minha frente tentando me convencer a ficar à frente da operação.

— Eu já te disse, Jay. Eu tô aposentado. — Falei, servindo uma dose de whisky e girando o copo na mão. — Agora eu sou um homem de família, um cidadão respeitável que em breve estará trocando fraldas e escolhendo berços.

Jay, meu braço direito e agora o suposto "Boss" oficial das ruas, soltou uma risada seca, encostado na porta do meu escritório.

— Conta outra, Boss. Você pode ter passado o título pra mim, mas a gente sabe que quando o bicho pega, é você quem dita as regras. E agora com esse Drácula mandando e desmandando por aí... a rua tá inquieta.

Minha expressão fechou na hora. O copo de cristal quase trincou na minha mão com a força do aperto.

— É por isso que você está aqui. — Virei a dose de uma vez, sentindo o líquido queimar a garganta, mas não o suficiente para queimar a raiva. — Hoje à noite, vamos fazer uma visita ao cassino do Snake no Brooklyn.

— Snake? — Jay levantou uma sobrancelha. — O acordo de paz foi pro espaço?

— O acordo está mantido, por enquanto. Mas o Drácula mexeu os pauzinhos com a ajuda do David para colocar na cadeia um dos meus melhores amigos, um cara bom, um irmão pra mim. E agora o Snake vai nos ajudar a pegar o David. — Expliquei, caminhando até a mesa e abrindo a gaveta onde eu guardava minha pistola favorita, uma personalizada preta e dourada. — Só que eu não confio naquele verme rastejante. Sei que ele tem um carinho pelo Hermanito, e o Noah tá molhando muito bem a mão dele por essa ajuda, mas quero você e os melhores rapazes lá. Se der alguma merda pra nós, eu quero que o Brooklyn vire cinzas.

Jay desencostou da porta, os olhos brilhando com a antecipação da ação.

— Entendido. Vou reunir a equipe pesada.

— Ótimo. — Verifiquei o pente da arma, sentindo o peso familiar do metal, e a coloquei no cós da calça, nas minhas costas. Diferente dos meus irmãos "civis", eu nunca saía para uma negociação dessas desprotegido. — Agora pode ir. Te encontro lá.

Assim que Jay saiu, a máscara de "General de Guerra" caiu. Fui direto para meu quarto onde minha mulher estava. Ela era tudo que eu precisava nesse momento para não perder a cabeça de vez.

Assim que entrei, encontrei Penny sentada na beirada da cama, pálida, com a mão no peito e uma garrafa de água ao lado. Ela respirava fundo, tentando controlar o enjoo.

— Ei... — Minha voz saiu suave, irreconhecível para quem tinha acabado de ouvir minhas ordens lá embaixo.

Corri até ela e me ajoelhei entre suas pernas, segurando suas mãos geladas.

— Tá passando mal de novo, amor?

Penny abriu os olhos e tentou sorrir, mas saiu uma careta. Mesmo assim, pálida e enjoada, ela era a mulher mais linda que eu já tinha visto.

— É só... tontura e enjoo, Chris. — ela sussurrou. — Acho que esse bebê vai ser agitado igual ao pai. Não me dá um minuto de paz.

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