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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 21

Capítulo 21 – Qual é o problema?

Christopher Lawson

Eu odiava sentir o que sinto pela Juliet, sabia que meu irmão era apaixonado por ela. E mesmo sabendo que ele não teria chances, porque vejo a forma como a Ju o trata e não é como um "homem", e sim como um amigo, talvez até um irmão.

Não posso fazer isso com ele.

Mas eu a quis, no instante em que meus olhos a viram pela primeira vez. Porra, como eu quis essa mulher. O sorriso dela nos cativa, seu corpo é perfeito, a forma como coloca os cabelos loiros atrás da orelha com delicadeza, seu jeito todo "correto" de ser, o amor que mostra pelos filhos, o rubor que toma conta das bochechas e do pescoço quando ouve um elogio, ou quando a pego me encarando com aqueles olhos… ah, aqueles olhos azuis.

Só que eu não posso querer ela, não sou o homem ideal, ela merece mais, merece o melhor. As coisas que já fiz na vida, as coisas que gosto de fazer com as mulheres… isso não é para a Ju, não para a minha doce Ju.

Eu sempre estou por perto, mesmo quando ela não vê, eu estou ali. Não como um desses pervertidos, mas sim como alguém que está sempre pronto a protegê-la, e a ajudá-la no que for preciso.

Estava distante quando vi o carro parar em frente à sua casa, ela saiu, e logo em seguida saiu ele.

Noah Blake.

Que porra de mundo pequeno. Tanta gente que poderia ter saído dali, acho que até aceitaria o Atlas, mas ele? Será que ela é sua nova sub? Não… a Ju jamais aceitaria isso. Ele a segurou pelo braço e meu sangue ferveu.

— Algum problema aqui, Ju?

Mas ela disse que não, e logo entrou, só que antes de ir, deu um beijo nele. Não foi nos lábios, foi no rosto, mas não era como os que ela dava no Oliver com carinho de amigo, de irmão.

Tinha mais ali.

Minha conversa com ele não foi das melhores, como eu quis que ele partisse para cima de mim. E eu colocaria esse playboy cretino no lugar dele. Quando ele foi embora, não resisti e fui até o apartamento dela.

— Chris?! — Ela me perguntou surpresa assim que abriu a porta.

— Desculpe subir sem avisar.

— Ah, tudo bem. Aconteceu alguma coisa? — notei seu tom preocupado.

— Será que podemos conversar por um instante? — Perguntei tentando manter minha raiva longe da minha voz.

— Claro. — me respondeu ainda confusa pela presença. — Por favor, entra. — Ela abriu mais a porta para que eu passasse.

Assim que entrei, as crianças vieram até mim.

— Oi, tio Chris! — Laurinha foi a primeira a falar, e a peguei no colo.

— Como vai, querida?

— Tô muito bem. A gente pode brincar hoje? — Ela me perguntou e a Ju me olhou confusa. Ela não fazia ideia que sempre que as crianças saíam com a Celeste, eu estava por perto.

— Pode ser mais tarde? Agora o tio Chris precisa falar com a mamãe.

— Pode!! — Laurinha me respondeu e a coloquei no chão.

— Tio Chris, que dia vamos jogar basquete? — Heitor me perguntou.

— Amanhã, vamos com o tio Oliver na quadra. Combinado?

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