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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 16

Capítulo 16 – Seja qual for o sentimento

Juliet Pierce

Eu não queria olhar para trás, não conseguiria encará-lo.

Mas, afinal, o que estava acontecendo comigo? Não sou mais uma adolescente para achar que só porque um cara me beijou, temos alguma coisa.

Eu sou uma mulher adulta, madura…

Que droga… a quem eu quero enganar. Noah mexe comigo mais do que deveria, e vê-lo com aquela mulher me desestabilizou por completo.

Pedi ao Atlas se poderia me dar uns minutos, pois não me sentia bem, e ele autorizou sem hesitar e nem questionar.

Corri até o vestiário e fiquei sentada ali, tentando acalmar meu corpo, minha mente e meu… coração.

Ouvi o barulho do trinco da porta e levantei minha cabeça.

Ali estava ele, me olhando com seus olhos verdes.

— Posso ajudá-lo com algo, senhor Noah? — Perguntei, tentando manter meu tom firme, mas falhei, eu sempre falhava.

— Por que saiu daquela maneira?

— A minha função era entregar o acessório, assim que o fiz, retornei ao meu posto. — respondi sem hesitar.

— Achei que seu posto era no bar?

— Não me senti bem, e o senhor Atlas me permitiu uma pausa. — Me levantei e comecei a caminhar até a porta. — Mas se isso o incomoda, retornarei ao trabalho. — No instante em que passei por ele, Noah passou o braço por minha cintura, me puxando para ele.

— Não me incomoda, só queria entender o motivo. — Ele me respondeu. Tentei me soltar dele, mas ele não permitiu.

Noah manteve um braço em minha cintura, e levou uma mão ao meu pescoço, me segurando com firmeza, me obrigando a encará-lo.

— Senhor Noah, preciso voltar ao trabalho. — Eu disse em um sussurro.

— E vai. — Ele disse, colando ainda mais meu corpo no dele. — Quando eu terminar com você. — A voz dele era grave e carregada de autoridade. Meu corpo reagiu ao seu tom, ao seu toque, instantaneamente.

— E o que precisa que eu faça? — Minha voz saiu em um murmúrio, um fio carregado de algo que eu preferia nem nomear.

Noah rosnou baixo, como se tivesse sido provocado de propósito. Seus olhos verdes brilharam, e a forma como ele me olhou… meu Deus, parecia que queria me devorar ali mesmo.

— Quero que pare de fugir de mim, Juliet. — Ele se aproximou, roçando os lábios nos meus. — Quero que hoje, quando eu começar… — Ele segurou meu queixo com firmeza. — Fique comigo até eu acabar.

Antes que eu pudesse responder, ele me beijou. Com urgência. Com fome.

Minhas mãos foram parar nos ombros dele, depois subiram até a nuca, puxando-o ainda mais para mim. Sua língua invadiu minha boca sem pedir permissão, explorando, tomando, exigindo. Um beijo que me fez esquecer do mundo lá fora, do motivo que me trouxe até aqui, do meu próprio nome.

Ele me pressionou contra a parede, e meu corpo reagiu antes mesmo de a minha mente raciocinar. Sentia o calor dele, a firmeza de suas mãos deslizando pela lateral do meu corpo até segurarem firme minha cintura.

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