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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 129

Capítulo 129 — Se estiver grávida.

Samantha Jones

Nosso final de semana foi conturbado. Dom foi baleado, Noah estava furioso e eu passando mal praticamente todos os dias. Atlas não me queria no clube, mas eu que não deixaria meu namorado lindo, gostoso e atraente sozinho com aquelas duas oferecidas.

Resumindo, os dias passaram e a segunda chegou, ou seja, o dia da tal consulta que ele agendou para mim. Confesso que estou nervosa. Eu quis fazer um teste de farmácia, tiraríamos a dúvida e pronto. Mas meu namorado não aceitou, disse que faríamos tudo do jeito certo: consulta, exames de sangue, de imagem e tudo que fosse preciso.

— Está pronta? — ele me perguntou, parando bem atrás de mim enquanto eu me arrumava em frente ao espelho.

— Estou, mas ainda acho desnecessário irmos.

— Já falamos sobre isso, Samantha. — Revirei os olhos para ele, e em resposta levei um belo tapa na bunda.

— Atlas!! — E sem aviso, outro tapa veio, seguido de um beijo no pescoço.

— Um por revirar os olhos, e o outro só para lembrar quem manda.

— E o beijo? — Perguntei, arqueando a sobrancelha.

— Esse… — ele começou me puxando para ele. — É para mostrar o quanto eu te amo…

Atlas desceu os lábios até os meus, o beijo começou lento, nossas línguas se encontrando, e no instante em que ele intensificou, um gemido escapou da minha garganta.

— Amor… — Atlas disse, ainda com os lábios no meu. — Se gemer assim de novo, vamos nos atrasar na consulta.

— Não seria má ideia. — respondi, e ele se afastou me encarando.

— Qual o problema? Por que quer tanto cancelar a consulta dessa maneira?

Respirei fundo…

— Não é um problema, ou talvez seja… — ele me olhou confuso. — Na verdade, estou com medo, Atlas, eu vou gostar de estar grávida, eu amo crianças e sempre imaginei o dia que eu fosse mãe.

— Se o seu medo não é o de ser mãe, é medo do que exatamente?

— De como as coisas serão entre nós. Eu sei que você disse que ia gostar disso, mas… — mordi os lábios e desviei o olhar do dele.

— Sammy… — ele me chamou, colocando os dedos em meu queixo e me fazendo o encarar novamente. — Use as palavras, amor, seja sincera comigo.

— Não queria ser mãe solteira, Atlas, sei que você é responsável e não vai me deixar passar por nada disso sozinha, mas não era esse meu sonho, entende? Não nos prevenimos, eu sei, agimos por impulso e algo assim podia ter acontecido.

Saí dos braços dele, me sentindo uma idiota falando essas coisas. Provavelmente nesse momento ele deve estar achando que o estou pressionando, que eu queira obrigá-lo a ficar comigo caso eu esteja grávida.

Ele não me disse nada por alguns segundos, e nem mesmo me puxou de volta. Pelo contrário, ele se afastou mais. Atlas foi até o closet sem dizer uma única palavra. Senti meu peito apertar por isso. Caminhei até a cama, me sentei e cobri o rosto com as mãos, sentindo que lágrimas idiotas queriam cair dos meus olhos.

Fiquei daquele jeito por alguns segundos, até que o ouvi voltar, e parar na minha frente. Abri os olhos e ele me olhou com malícia, depois se ajoelhou.

— Atlas, o que está… — eu comecei, e quando vi o que ele tinha nas mãos me esqueci de respirar. Senti meu coração batendo tão rápido que parecia que ia rasgar meu peito.

Era uma caixinha. Uma simples caixinha preta de veludo. E dentro… um anel de noivado deslumbrante. Prateado, com uma pedra central brilhante que parecia capturar a luz do quarto e jogá-la direto nos meus olhos marejados.

— Antes que você fale qualquer coisa, deixa eu falar. — ele começou, ainda ajoelhado. — Eu te amo, Sammy. E não é de um jeito comum. Eu te amo de um jeito possessivo, mas também carinhoso, de um jeito que não sei explicar porque eu nunca vivi antes.

Engoli em seco, sem conseguir dizer nada.

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