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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 125

Capítulo 125 — Escureceu.

Dominic Costello

Meu plantão acabou e segui até a Paradise como de costume, mas nesse costume havia algo novo: Taylor. Minha garota estava lá me esperando com os outros. Nós já conversamos sobre o BDSM, e eu prometi que ela só faria uma cena comigo se sentisse à vontade sobre isso. Mas eu ainda estava apreensivo, com medo dela ver as coisas como são na prática e acabar decidindo se afastar de mim.

Cheguei e ela estava linda, com um jeans rasgado que modelava sua deliciosa bunda, e uma blusa preta decotada, evidenciando seus fartos seios. Não sei se curto ver minha mulher gostosa desse jeito no meio desse bando de Doms. Me aproximei com cuidado, dei um beijo rápido nela e ficamos todos vendo a interação da Juliet com as novas garçonetes. Quando a tal entrevista acabou, na mesa ficou somente Taylor em meu colo, e Chris com Penelope agarrada a ele.

— Temos um problema. — Atlas anunciou e quando seguimos para fora era o maldito do George Monroe, ex-marido da Juliet.

Noah falou, agrediu, e eu tentei manter as coisas dentro da lei. Sei que o cretino, junto de quem o está patrocinando, não sabem bem o que é lei. Mas eu ainda tinha que tentar agir ou fingir.

Eu tinha as coisas sob controle, ou pensei que tinha, até minha mulher dar uma de flash e correr na velocidade da luz em direção ao perigo.

— Taylor!! — gritei, jogando o George nas mãos do Chris e indo atrás da minha mulher. — Taylor, porra!! — gritei novamente, mas ela me ignorou. Consegui alcançá-la até um dos becos próximos ao clube.

— Seu cretino! — ela falou, jogando uma lata de lixo em cima de um dos homens, enquanto o outro tentava pegá-la. Avancei sem pensar e imobilizei um deles. Taylor conseguiu desviar mais uma vez do cara e o idiota acabou tropeçando e caiu. Ainda com o joelho sobre o babaca que estava embaixo de mim, saquei minha arma e apontei para o maldito que tentava alcançar a minha mulher.

— Um movimento e eu enfio uma bala no meio da sua testa. — avisei.

— Dom, eles trabalham para o Tropeço, estavam tirando fotos, quando viram que o George estava na pior, tentaram fugir. — ela me contou.

— Vai se arrepender, Taylor, o Tropeço vai acabar com você. — o que estava embaixo de mim resmungou. Levantei a cabeça dele e a joguei de volta no chão.

— Ameaça minha mulher mais uma vez, que bato sua cabeça no chão até seus miolos me darem boa noite. — disse ao idiota que agora estava gemendo de dor.

Olhei para Taylor que estava pegando o celular de um deles.

— O que está fazendo? — perguntei.

— Tirando o celular, tem fotos nossas e deve ter coisas interessantes. — ela me respondeu com um sorriso travesso.

Eu quis sorrir de volta, mas então ouvi o disparo e depois a dor no meu ombro.

— MERDA!! — xinguei.

— DOM!! — Taylor gritou correndo até mim. No meu descuido, o idiota que estava na minha mira fugiu, e o que eu rendia conseguia a vantagem, mas antes que ele avançasse, minha mulher deu uma joelhada no queixo dele que caiu no chão novamente.

Ouvimos o tiro novamente, mas dessa vez o cretino errou.

— Taylor, se protege! — falei, mas ela não me obedeceu, correu até a tampa da lata do lixo e a usou como escudo para avançar no cara que estava atirando em nós. — Droga, Taylor!!! — gritei, mas foi inútil. Peguei meu celular e liguei para o Declan.

— Dom.

— Preciso de ajuda, pede para o Chris vir para cá agora. E liga para o meu agente como te pedi.

— Onde você está?

— No beco.

— Estamos indo. — ele avisou.

Levantei, mas antes de ir atrás da Taylor, dei um tiro na perna do homem que estava no chão para que ele não fugisse.

— Aí, seu cretino, eu não ia fugir. — ele disse.

— Só para garantir.

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