Entrar Via

Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 121

Capítulo 121 — Confiança se conquista (Part II)

Dominic Costello

— Estou pronta para tentar de novo, amor — sussurrou, abrindo as pernas para mim, o corpo se arqueando em convite. — Me faz sua.

As palavras dela me acertaram como um soco no peito, mas um soco bom, daqueles que te acordam para a vida. Eu a encarei por um segundo, procurando qualquer sombra de dúvida nos olhos castanhos, mas só encontrei certeza, desejo, amor.

Respirei fundo, o coração disparado, e me inclinei para beijá-la, lento, profundo, como se quisesse gravar cada segundo na memória.

— Você tem certeza? — perguntei contra os lábios dela, a voz rouca, quase um rosnado. — Porque uma vez que eu começar, não vou querer parar.

Taylor sorriu, aquele sorriso que me desmontava, e deslizou as mãos pelos meus ombros, puxando-me mais para perto.

— Certeza absoluta, grandão. Quero você. Todo você.

Foi o suficiente. Beijei-a de novo, feroz, enquanto minhas mãos desciam pelo corpo dela, reacendendo o fogo que nunca tinha se apagado de verdade. Meus dedos encontraram o calor entre suas coxas, já molhado, pronto, e eu gemi contra a boca dela quando ela se arqueou ao meu toque. Circulei o clitóris devagar, sentindo-o pulsar, antes de deslizar dois dedos para dentro, devagar, cuidadoso, preparando-a. Ela era tão apertada, tão quente, que meu membro latejava de antecipação.

— Dominic... por favor... — gemeu, os quadris se movendo contra minha mão, pedindo mais.

— Porra, querida, você implorando assim… — Retirei os dedos, posicionando-me na entrada dela. — Me acende por inteiro. — Meu membro roçou o calor úmido, e eu cerrei os dentes para me controlar. — Olha para mim, amor — pedi, a voz trêmula de desejo. Ela abriu os olhos, vidrados nos meus, e eu empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo a resistência da virgindade dela ceder. Taylor prendeu a respiração, as unhas cravando nos meus ombros, mas não recuou.

— Respira, querida — sussurrei, beijando sua testa, parando quando senti a barreira. — Vai doer um pouco, mas eu vou devagar. Me diz se quiser parar.

Ela balançou a cabeça, os olhos marejados, mas determinados.

— Você é grande para caralho. — ela disse e eu sorri. — Mas, não para. Eu te quero.

Com um movimento firme, mas gentil, empurrei até o fim, rompendo a barreira. Taylor soltou um gritinho abafado, o corpo tenso, e eu parei imediatamente, beijando suas lágrimas, acariciando seu rosto.

— Shh, está tudo bem. Você é minha agora. Minha.

Ela relaxou aos poucos, o aperto delicioso ao meu redor me enlouquecendo, mas eu esperei, beijando seu pescoço, os seios, sussurrando o quanto a amava. Quando ela começou a se mover, testando, eu soube que estava pronta. Comecei devagar, estocadas longas e profundas, sentindo cada contração, cada gemido que escapava dos lábios dela.

— Porra, Taylor... você é perfeita, querida, perfeita. — grunhi, acelerando o ritmo quando ela cravou as unhas nas minhas costas, pedindo mais. Nossos corpos se moviam em sincronia, suor misturando-se, a cama rangendo sob nós. Ela era tão responsiva, tão minha, que eu quase perdi o controle.

— Mais rápido... — ela pediu, a voz entrecortada, e eu obedeci, uma mão descendo para estimular o clitóris enquanto a outra segurava sua cintura. Taylor gritou meu nome, o orgasmo a atingindo com força, as paredes internas se contraindo ao meu redor, me levando junto. Gozei com um rugido, enchendo-a, o prazer tão intenso que vi estrelas.

Desabei ao lado dela, puxando-a para o meu peito, os dois ofegantes, suados, perfeitamente entrelaçados. Beijei sua testa, os cabelos úmidos de suor, ainda sentindo os tremores do corpo dela.

— Você foi incrível, amor — murmurei, a voz cheia de emoção. — Eu te amo tanto.

Taylor sorriu, aninhando-se em mim, os dedos traçando meu peito.

— Eu também te amo, Dominic. E isso... foi perfeito.

Fechei os olhos, segurando-a mais apertado. O quarto estava em silêncio, exceto pelo som das nossas respirações se acalmando, entrecortadas por suspiros que ainda carregavam o eco do prazer. Eu ainda a segurava contra o peito, o coração batendo tão forte que parecia querer sair do peito e se aninhar no dela.

Taylor estava quieta, a cabeça apoiada no meu ombro, os dedos desenhando círculos preguiçosos pelas minhas tatuagens, pelo meu abdômen, como se estivesse mapeando cada músculo, cada cicatriz antiga. Eu não queria me mexer. Nem piscar. Qualquer movimento parecia capaz de quebrar o feitiço daquele momento.

Mas então senti. Um tremor leve no corpo dela. Quase imperceptível. Mas eu conhecia cada detalhe do corpo dela agora. Cada respiração. Cada tensão. Inclinei o rosto, beijando o topo da cabeça dela.

— Ei… — sussurrei, a voz rouca de emoção. — Está tudo bem?

Ela ergueu o rosto devagar, os olhos castanhos brilhando com algo que não era só desejo. Era vulnerabilidade. Era alívio. Era… medo. Taylor mordeu o lábio, hesitando, e então soltou um suspiro trêmulo.

— Eu… não sei o que estou sentindo agora — admitiu, a voz baixa, quase um murmúrio. — Foi… perfeito. Você foi perfeito. Mas… — Ela parou, os olhos marejando. — Eu me sinto… exposta. Como se tivesse aberto uma porta que não sei se consigo fechar de novo.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar