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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 276

Após o fogo no banheiro do pub, Taylor e Lila saíram discretamente, as roupas ajustadas às pressas e os rostos corados disfarçados por sorrisos cúmplices. O grupo de amigos ainda fervilhava lá fora, trocando piadas e cervejas, mas eles se esgueiraram para um canto mais quieto do salão, onde o barulho era um murmúrio distante. Sentaram-se em uma mesa isolada, Lila aninhada no colo dele, com as pernas cruzadas sobre as coxas grossas de Taylor, enquanto ele a envolvia com um braço possessivo ao redor da cintura. O chapéu dele ainda inclinado, os cabelos loiros desgrenhados, e o cheiro de sexo misturado ao suor pairando entre eles como um segredo compartilhado.

— Cadê os bebês de papai?

Lila sorriu sentindo o toque da mão grande de Taylor no seu ventre ainda pequeno.

Mas de repente, a fisionomia de Lila mudou. O sorriso brincalhão deu lugar a uma expressão séria, os olhos azuis estreitaram-se com uma intensidade que fez Taylor engolir em seco. Ela se endireitou no colo dele, virando-se para encará-lo diretamente, com as mãos apoiadas nos ombros largos sob a camisa de botões, e os dedos cravando levemente no tecido como se para ancorá-lo ali.

— Teve dançarina na festa de vocês? — perguntou com, a voz baixa e carregada, e os olhos fixos nos dele como se pudessem ler sua alma.

Taylor arregalou os olhos, o corpo enrijecendo sob ela, o coração acelerando como se tivesse sido pego em flagrante.

— Amor, eu posso explicar…

Lila inclinou a cabeça, os lábios apertados em uma linha fina, a intensidade crescendo enquanto ela o analisava.

— Taylor Remington Miller, uma vagabunda tocou em você?

Ele piscou, as bochechas corando sob o chapéu, as mãos subindo para segurar as dela em um gesto desesperado.

— Sim… quer dizer, não, minha princesa! Eu sou só seu, apenas seu!

Lila o encarou.

— Foi o Tomás, aquele viado de merda que organizou tudo e… — continuou, as palavras tropeçando umas nas outras, o suor começando a brotar na testa enquanto tentava se justificar, imaginando o pior: ciúmes, briga, o fim da noite em desastre.

Mas então, Lila não aguentou mais. Uma gargalhada alta e genuína escapou dos lábios dela, o corpo tremendo de tanto rir enquanto ela jogava a cabeça para trás, os cabelos loiros cascateando pelas costas. Taylor ficou confuso, franzindo a testa, os olhos azuis piscando em perplexidade enquanto a via se dobrar de riso, às lágrimas de diversão brotando nos cantos dos olhos.

— O quê…? — murmurou ele, ainda tenso, sem entender a virada.

Lila se recompôs aos poucos, limpando uma lágrima com o dorso da mão, mas o sorriso malicioso permaneceu. Sem aviso, ela deslizou a mão para baixo, traçando o peito dele pela camisa antes de chegar à calça jeans justa, apertando o membro adormecido dele com uma pressão firme e possessiva, sentindo-o pulsar levemente sob o toque. Taylor arfou, os olhos se arregalaram de novo, mas dessa vez com uma mistura de surpresa e excitação crescente.

— Isso aqui é meu, apenas meu, entendeu? — sussurrou ela, a voz rouca e provocante, os olhos ainda intensos, mas agora brilhando com desejo em vez de raiva.

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