Após o beijo que selou o pub em aplausos e assobios, Taylor não soltou Lila imediatamente. Seus olhos azuis ainda queimavam nos dela, o peito dele subia e descia em um ritmo acelerado, colado ao dela. O ar entre eles estava carregado, elétrico, como se o beijo tivesse sido apenas o prelúdio de algo inevitável. Lila sentia o calor do corpo dele irradiando através da roupa, o volume rígido pressionando contra sua barriga, deixando claro o quanto ele a desejava ali mesmo, no meio de todos.
— Taylor, pelo amor de Deus, tem gente olhando… — murmurou com a voz rouca e entrecortada, mas os olhos traíam o desejo, brilhando com uma mistura de excitação e ousadia. As amigas ainda gritavam incentivos, mas o mundo ao redor deles começava a se desfocar.
Ele se inclinou mais, os lábios roçando o lóbulo da orelha dela, a respiração quente enviando arrepios pela espinha.
— Que olhem. Mas se você quiser privacidade… — sussurrou, a mão descendo pela curva da cintura dela, apertando possessivamente a carne macia da nádega sob o vestido curto. — Vamos pro banheiro. Agora.
Lila mordeu o lábio, sentindo o coração martelando no peito, mas não hesitou. Pegou a mão dele e o puxou através da multidão, ignorando os olhares curiosos e as risadas. O pub estava lotado, mas eles se esgueiraram para o corredor dos fundos, onde o banheiro unissex, um cubículo apertado com azulejos desgastados e uma luz fraca piscando, os esperava. Taylor trancou a porta atrás deles com um clique decisivo, o som ecoando como uma promessa.
Assim que a porta se fechou, ele a prensou contra a parede fria, o corpo grande e musculoso cobrindo o dela completamente. As mãos dele subiram pelas coxas dela, erguendo o vestido até a cintura, revelando a calcinha de renda fina que mal continha o calor úmido entre suas pernas.
— Você me deixa louco, Lila… — grunhiu com a voz grave e rouca, enquanto os dedos traçavam a borda da lingerie, sentindo a umidade que já se acumulava ali. Ele a beijou de novo, faminto, a língua invadindo a boca dela com urgência, enquanto uma mão descia para abrir o zíper da calça jeans justa, libertando o membro rígido e pulsante, já inchado de desejo.
Lila gemeu contra os lábios dele, cravando as unhas nos ombros largos sob a camisa de botões, sentindo os músculos tensos flexionarem.
— Taylor… aqui? — perguntou, mas o tom era de provocação, não de dúvida. Seus quadris se moveram por instinto, roçando contra a ereção dele, sentindo o comprimento grosso e quente pressionar sua intimidade através do tecido fino.

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